“NO TERCEIRO DIA, UMA LUZ VINDA DOS CONFINS DO UNIVERSO, COMO UM METEORO, VAI DIRETO ATÉ O SEPULCRO, QUANDO UM ESTRONDO SACODE A TERRA, AFASTANDO A ENORME PEDRA QUE O SELAVA, E OS GUARDAS ROMANOS FICAM ATORDOADOS. A LUZ ENTÃO ENTRA NO CORPO INERTE DE JESUS, QUE EM SEGUIDA LEVANTA, TRANSPASSANDO OS PANOS DA MORTALHA COM SEU CORPO IMATERIAL FULGURANTE. RESSUSCITANDO DOS MORTOS COM UMA MATÉRIA INCORPÓREA DE INTENSA LUZ, CONHECIDA APENAS POR DEUS, DE UMA BELEZA INDESCRITÍVEL.”

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

BATIZAR CRIANÇAS OU ADULTOS?

 


BATIZAR CRIANÇAS OU ADULTOS?

 Há um questionamento protestante, que insiste em dizer que a Igreja Católica está errando batizando crianças. Dizem que não é válido o batismo de bebês. Justificam eles, dizendo que é necessário primeiro crer para depois ser batizado, e isto só é possível quando o homem é adulto. Citam a passagem do Evangelho de Marcos 16:16: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.”  

Dizem que não fazemos o batismo da maneira correta, porque na opinião deles batismo significa imergir o corpo, e não jogar água na cabeça. Mas o significado da palavra batismo não é somente imergir, mas também aspergir, borrifar, respingar e lavar. Ou seja, a Igreja está usando uma das formas corretas do batismo. Veremos a seguir que a forma de usar a água no batismo pouco importa. A Igreja Católica regida pela Tradição, em centenas e centenas de anos, orquestrada pelo Espírito Santo, instituiu o batismo desde os primeiros dias de nascimento.

João Batista não batizava por imersão, como podemos observar nesta revelação de Valtorta: “João olha para Ele com uns olhos, que uma lágrima enternece, e o precede em direção à beira do rio, onde Jesus tira o manto e a túnica, ficando com uma espécie de calções curtos, para depois descer na água, onde já está João, que o batiza, vertendo-lhe sobre a cabeça a água do rio, apanhada com uma espécie de taça que o Batista traz pendurada na cintura, e que me parece uma concha, ou a metade de uma cabaça seca, da qual foi tirado o miolo.”

O povo judeu circuncisava a criança no oitavo dia de nascimento, como sinal de que era Judeu. Já na Igreja Católica não se usa um sinal na carne para identifica-lo como cristão, mas no espírito, com o batismo, imprimindo o sinal indelével do Tau, da Cruz.

É uma santificação do espírito. É um sacramento. No Ritual do batismo o Sacerdote diz: “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, faz uma Cruz na testa e joga água sobre a cabeça do nascituro, completa-se o ritual colocando um pouco de óleo no peito da criança, significando a libertação da culpa original, que depois será confirmada no Crisma.

Assim sendo, aquele ser batizado foi purificado por Deus, não na carne, mas em seu espírito. Não foi a água ou o óleo que purificou a alma do batizado, porque o que é material não chega no que é espiritual. A água é usada no batismo apenas como um meio para fazer os homens, que são matéria, aceitarem melhor o Ritual Sacramental. Portanto o método de jogar água na cabeça ou imergir a pessoa no batismo pouco importa, o que importa é o Rito.

A Confirmação, ou Crisma, constitui o prolongamento, complementa, confirma os juramentos dos Padrinhos realizados durante o Batismo. É quando já dotados de discernimento aos quatorze anos, fazem o ritual sacramental de aceitação de Jesus e de sua Igreja, negando Satanás.

“A confirmação, como o Batismo, imprime na alma do cristão um sinal espiritual ou caráter indelével; por isso, este sacramento só pode ser recebido uma vez na vida.” (Catecismo da Igreja Católica, 1302-1305)

Seria pecado se os pais pertencentes a Igreja de Cristo, conhecedores da doutrina, não permitissem que seu filho recém-nascido fosse batizado. A presença de Deus naquele coraçãozinho o protege das insídias do enganador, desde aquele momento. Quanto mais tempo leva um homem para se batizar, mais inclinado será para pecar. Porque enquanto não for consagrado no Batismo, carrega o peso da culpa original, facilitando grandemente as ações maléficas dos demônios. E se vier a falecer sem ter sido batizado, fatalmente não será salvo. Então, porque esperar para batizar somente mais tarde? Não sabemos quanto tempo dura a vida de um homem, que pode morrer enquanto criança, ou na velhice. Porque não dar já nos primeiros dias de vida a proteção de Deus salvaguardando aquela alma?

Tais pastores evangélicos quando criticam a Igreja Católica, não mencionam o Crisma, propositadamente, unicamente para poder falar mal, sem ter um argumento realmente concreto e verdadeiro contra a doutrina perfeita da Tradição da Igreja. Com seus sete Sacramentos a doutrina da Igreja Católica é totalmente espiritual.

Também não mencionam os padrinhos que dão testemunho e esperança para que aquela alma se torne do Senhor. É a Comunhão dos Santos em ação, é a Comunhão da esperança da salvação do próximo. É isto que se forma com a família reunida em volta do nascituro: o tripé do Amor. Primeiro com a esperança, depois a , para se chegar no ápice com a Caridade. A criança ainda não tem a razão, mas a família infunde a esperança, que depois terá mais facilidade para chegar a ter , com a ajuda  dos desejos bons de seus familiares, da caridade, conjuntamente com seus entes falecidos numa só oração. E não digam que este é um pensamento exagerado, não, não é. Porque assim como o Mal maquina a todo instante contra os homens, o Bem também age constantemente para salvar, cada um a seu modo. Por acaso não sabem que na comunidade dos espíritos é um por todos e todos por um?

Outro aspecto importantíssimo: Para celebrar este sacramento não pode ser qualquer pessoa, não pode ter pecado, tem que ser casto, com formação Ministerial Apostólica. Isto torna o Rito batismal na Igreja Católica o único aceito por Deus. E Jesus confirma isso dizendo: “Vós não batizareis de novo a quem já foi batizado, a não ser que ele tenha sido batizado com uma fórmula não apostólica, mas cismática, e nesse caso se pode administrar um novo batismo, fazendo-se uma pergunta clara ao batizando, se ele for adulto, se ele o quer, e uma clara afirmação de querer fazer parte da verdadeira Igreja.” (Valtorta-Vol 4-pg.216)

Por isso a frase das escrituras citada pelos protestantes: “ Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado.” Subentende-se que devemos observar o contexto total da frase para se chegar ao seu significado real. Ou seja, não basta a pessoa crer somente durante o batismo, se depois cai em pecado, porque tem que perseverar até o fim desta vida para ser salva. A chave da solução desta frase está no seu final quando diz: “Mas quem não crer será condenado.” A primeira parte portanto deste texto está incompleta, sendo absolutamente necessário o contexto todo da frase. Completando este raciocínio, se a pessoa batizada não crer naquele momento, só será condenada se persistir no erro, mas se no final de sua vida crer, será redimido e salvo. Portanto pouco importa para a salvação das almas, crer ou não durante o batismo. O que realmente vai importar é persistir crendo até o fim desta vida. Como não se trata da libertação de um pecado cometido pelo pequenino, mas sim herdado de nossos progenitores, mesmo que ele não creia, o batismo não se torna nulo, porque o que vale é o Rito batismal. Este pecado hereditário não pode ser retirado pela nossa própria vontade, por nós mesmos pedindo perdão, porque não foi cometido por nós. Como pedir perdão por um pecado que não cometemos? Somente pelo Rito do Batismo isso é possível. É o próprio Deus quem o retira mediante a invocação de seu Nome pelo Sacerdote. É uma Graça gratuita dada por Deus aos homens, mesmo sem merecimento algum.

Que a elucidação das consciências venha logo!

 

Antonio Carlos Calciolari  


domingo, 31 de dezembro de 2023

MARIA EVANGELIZA PEDRO

 


MARIA EVANGELIZA PEDRO

 

“Mestre! Mestre!

“Que queres Simão?”

“Murmurei contra Judas, e te havia prometido não fazê-lo mais. Perdoa-me.”

“Sim. Procura não fazê-lo mais.”

“Tenho ainda 489 vezes para ter o teu perdão...”

“Mas, que é que estás dizendo meu irmão?”, pergunta espantado, André.

E Pedro, com um brilho de esperteza em seu rosto bondoso, encurva o pescoço por baixo do pesado saco que vai sendo levado por João de Endor, e diz: “E não te lembras de que Ele disse que perdoemos setenta vezes sete? Portanto, eu tenho ainda em haver 489 perdões. E vou trazer a conta bem feita...”

Todos se riem, e até Jesus é obrigado a sorrir, mas lhe diz: “Farias melhor em fazer a conta de todas as vezes que sabes ser bom, grande menino que tu és.”

Pedro se aproxima de Jesus e, com o braço direito abraça Jesus pela cintura, dizendo: “Meu caro Mestre! Como estou feliz por estar contigo sem... Deixa para lá! Tu também estás contente... E Tu entendes o que eu quero dizer. Estamos entre nós. Também aí está a tua Mãe. Aí está este menino. Vamos indo para Cafarnaum. A estação é bela... Aí estão cinco razões para estarmos alegres; Oh! É realmente belo estar contigo! Onde é que vamos ficar esta tarde?”

“Em Jericó.”

“No ano passado foi aí que vimos a mulher velada. Mas, quem sabe o que aconteceu com ela?... Eu estaria curioso para saber... E encontramos também aquele das vinhas...” A risada de Pedro é contagiosa, de tão sonora que é. Todos riem, lembrando-se da cena do encontro com Judas de Keriot.

“Mas tu és incorrigível, Simão”, censura-o Jesus.

“Eu não disse nada, Mestre. Mas deu-me vontade de rir, ao lembrar-me da cara dele, quando o encontramos lá... nas vinhas dele...”

Pedro está rindo com tanto prazer, que tem que parar, enquanto os outros vão indo na frente, ainda sob o frouxo do riso.

Pedro é alcançado pelas mulheres. Maria pergunta com doçura: “Que tens, Simão?”

“Ah! Eu não posso dizer, porque cometeria uma outra falta de caridade. Mas... aí está, Mãe, dize-me uma coisa, tu que és sábia. Se eu faço uma insinuação, ou pior, digo uma calúnia, eu peco com certeza. Mas, se eu me rio de uma coisa conhecida por todos, ou de um fato, também conhecido por todos, um fato que faz rir, como, por exemplo, a surpresa de um mentiroso e o seu embaraço, as suas desculpas, e tornar a rir, como nós já rimos, é também um mal?”

“É uma imperfeição na caridade. Não chega a ser um pecado como a  maledicência e a calúnia, e nem mesmo como a insinuação, mas é sempre uma falta de caridade. É como um fio puxado para fora de um tecido. Não chega propriamente a fazer um rasgo, nem a estragar o pano. Mas é sempre uma coisa que desfaz a integridade dele e sua beleza, tornando fácil nele a formação de rasgões e buracos. Não te parece?”

Pedro esfrega a própria fronte, e diz, um pouco humilhado: “Parece-me que sim. Nunca havia pensado nisso.”

“Pensa nisso agora, e não o faças mais. Há risadas que ofendem mais a caridade do que bofetadas. Alguém errou? E nós o pegamos em culpa de mentira, ou de outra coisa? E, então? Para que ficar relembrando aquilo? Ou fazer que aquilo ele se lembre? Baixemos um véu sobre as culpas do irmão, pensando sempre assim: “ Se fosse eu o culpado, gostaria que outra pessoa ficasse lembrando minha culpa, e fizesse que ela fosse lembrada?” Existem vergonhas íntimas, Simão, que fazem sofrer muito. Não fiques sacudindo a cabeça. Eu sei o que queres dizer... Mas também os culpados as têm, podes crer. Parte, parte sempre deste pensamento: “Gostaria eu disso?” E verás que nunca mais pecarás contra a caridade. E terás sempre muita paz em ti. Olha lá Marziam, como está pulando feliz e cantando. É porque ele não tem em seu coração nenhum pensamento contra a caridade. Ele não tem que pensar nos lugares para onde iremos, nem nas despesas, nem nas palavras que há de dizer. Ele sabe que outros estão pensando em todas as coisas por ele. Faze assim também. Deixa tudo para Deus. Também o julgamento das pessoas, enquanto podes ser como um menino, que o bom Deus conduz, porque hás de querer carregar-te com o peso de ter que decidir e julgar? Virá o momento em que deverás ser juiz e árbitro, e então dirás: “ Ah! Como a vida era fácil antes, e menos perigosa!”, e te chamarás de estulto, por teres querido carregar-te antes de tão grande responsabilidade. Julgar! Que coisa difícil! Ouviste o que disse Síntique, há dias? “As pesquisas por meio dos sentidos são sempre imperfeitas.” Ela falou muito bem. Muitas vezes nós julgamos pelas reações dos sentidos, e por isso, com grande imperfeição. Deixa de julgar..."

(Valtorta – Vol. 4-411/412) 


terça-feira, 12 de dezembro de 2023

O NASCIMENTO DE JESUS




O NASCIMENTO DE JESUS

Vejo ainda o interior deste pobre refúgio rochoso, onde José e Maria encontraram o abrigo que compartilharam com animais. Um pequeno fogo está cochichando junto com o seu guardião. Maria levanta um pouco a cabeça, e olha. Vê José com a cabeça inclinada sobre o peito, como se estivesse pensando, e ela mesma também fica pensando que o cansaço possa ter vencido a boa vontade que ele tem de ficar o tempo todo acordado. Maria sorri com um sorriso cheio de bondade e, fazendo menos barulho que uma borboleta, se põe sentada e, depois de sentada, se põe de joelhos. E reza com um sorriso feliz em seu rosto. Reza de braços abertos, não propriamente cruzados, mas quase, e com as palmas viradas para o alto e para frente, e nem parece ficar cansada naquela penosa posição. Depois, se prostra com o rosto contra o feno, em uma oração ainda mais intensa. É uma longa oração.

José desperta. Vê que o fogo está quase apagado e a gruta está ficando escura. Joga um punhado de gravetos bem finos, e a chama se ergue de novo; procura depois uns galhos mais grossos, porque o frio deve ser de gelar. É o frio da noite severa de inverno, que entra por todos os lados da gruta. O pobre José, perto da porta (chamamos assim de porta a abertura sobre a qual está estendido seu manto) deve estar se enregelando. Ele aproxima as mãos da chama, desata as sandálias, aproxima também os pés. Procura aquecer-se. E, quando o fogo já está bem vivo, sua luz firme, vira de costas. Mas agora não vê nada, nem mesmo a brancura do véu de Maria, que antes formava uma linha clara sobre o feno escuro. Põe-se de pé, lentamente, vai-se aproximando da enxerga.

- Não estás dormindo, Maria?" - ele pergunta. Faz a mesma pergunta três vezes, até que Maria estremece, e lhe responde:

- Estou rezando.

- Não estas precisando de nada?

- Não, José.

- Procura dormir um pouco. Ou, pelo menos, descansar.

- Vou procurar. Mas rezar não me cansa.

- Até logo, Maria.

- Até logo, José.

Maria volta à sua posição. José, para não cair de novo no sono, põe-se de joelhos perto do fogo, e reza. Reza apertando as mãos sobre o rosto. Tira-as, cada vez que ele precisa ir alimentando o fogo, e depois volta à sua fervorosa oração. Com exceção do barulho da lenha que crepita no fogo e do burrinho que, de vez em quando, bate um casco no chão, não se houve mais nada. Um pouco de luar está entrando por uma fenda do teto, e parece uma lâmina de alguma prata imaterial, que se vai aproximando de Maria. A lâmina vai-se alongando, à medida que a lua vai ficando mais alta no céu e, finalmente a alcança. Agora, já está sobre a cabeça da orante, ornando-a com uma auréola de luz.

Maria levanta a cabeça, como se tivesse sido chamada por uma voz do céu e se põe de novo de joelhos. Oh! Como é belo aqui. Maria ergue de novo a cabeça que parece estar brilhando, a luz branca da lua, e um sorriso não humano a transfigura. Que é que ela estará vendo? Que estará ouvindo? Que estará experimentando? Somente Ela poderia dizer o que está vendo, ouvindo e o que experimentou na hora esplendorosa da sua Maternidade. Eu vejo apenas como, ao redor Dela, a Luz cresce, cresce, vai crescendo sempre mais. Parece descer do Céu, parece sair das pobres coisas que estão ao redor Dela, mas parece ainda mais que emanem Dela mesma, ainda mais.

Sua veste, de um azul escuro, parece agora de um suave celeste de miosótis. Suas mãos e seu rosto parecem ficar de um azul muito delicado, como os de alguém que fosse colocado sob o foco de uma imensa safira clara. Esta cor me faz lembrar, ainda mais tênue, as cores que eu vejo do Santo Paraíso, e também a cor que eu vi na visão da chegada dos Magos, uma cor que se vai difundindo por sobre as coisas todas e as vestes, e as vai purificando todas, e tornando-as resplandecentes.

A luz, que se desprende sempre mais do corpo de Maria, absorve a luz da lua, e parece que Ela atrai para si toda a luz que lhe pode vir do céu. Agora Ela já é a Depositária da Luz. É Ela que deve dar esta Luz ao mundo. E esta Luz beatífica, incontrolável, imensurável, eterna e divina, está para ser dada, e se anuncia como uma aurora, uma luz que vem crescendo, como um coro de átomos que vem aumentando, aumentando, como a maré que sobe, e sobe como a nuvem do incenso, para descer depois como uma enchente e estender-se como um véu...

O teto, cheio de fendas, teias de aranha, de entulhos que em cima se estendem para frente, e que estão em equilíbrio por um milagre de estática, esse teto que estava antes tão enegrecido, esfumaçado e repelente, está parecendo agora o teto de uma sala real. Cada uma das grandes pedras é um bloco de prata, cada fenda é como um lampejar de opalas, cada teia de aranha é um baldaquim precioso, confeccionado com prata e diamantes. Uma lagartixa grande e verde, que está dormindo em letargia entre duas pedras, parece um colar de esmeraldas esquecido lá por uma rainha. Um cacho de morcegos, também em letargia, parece um precioso lampadário de ônix. O feno que está na manjedoura de cima, já não é mais uma erva: são fios e mais fios de prata pura, que tremulam no ar com a graça de uma cabeleira solta.

A manjedoura de baixo está com sua madeira de cor escura transformada em um bloco de prata brunida. As paredes estão cobertas de um brocado no qual a alvura da seda desaparece sob o bordado opalino do relevo, e o solo.. Que é o solo agora? É como um cristal que tem acendido em si uma luz branca. As saliências são como rosas de luz projetadas em homenagem ao solo; e os próprios buracos são vasos preciosos, de onde devem emanar aromas e perfumes.

E a luz vai-se tornando cada vez mais forte. Ela já está insuportável para a nossa vista. A Virgem desaparece nela, como se estivesse sendo absorvida por um véu incandescente.. E dele surge a Mãe.

Sim, quando a luz volta a ser suportável aos meus olhos, vejo Maria já com o Filho recém-nascido nos braços. Um pequenino, todo róseo e gorducho, que agita os braços e esperneia. Tem as mãozinhas do tamanho de botões de rosa e seus pezinhos caberiam na corola de uma rosa. Ele solta vagidos em sua vozinha tremula, como um cordeirinho que acaba de nascer, abrindo a boquinha, que mais parece um moranguinho selvagem e mostrando a lingüinha que bate repetidamente contra o véu palatino. Move a cabecinha loira, que me parece quase sem cabelos, essa cabecinha redonda que a Mamãe sustenta na palma da mão, enquanto olha o menino e o adora, chorando e rindo ao mesmo tempo e se inclina para beijá-lo não em sua cabecinha, mas em seu peito, onde está batendo seu coraçãozinho, batendo por nós. É nesse coração que um dia haverá uma Ferida. E Maria, com antecipação, já medica tal ferida, com seu beijo imaculado de Mãe. O boi, despertado pela claridade, levanta-se, fazendo um grande barulho com seus cascos, e muge, enquanto o burrinho vira a cabeça e urra. É a luz que os desperta, mas eu gosto de pensar que eles quiseram saudar o Seu Criador, por si mesmos, mas também por todos os animais.

Também José que, quase extasiado, estava rezando de um modo tão recolhido, que nem sabia dar notícia do que estava acontecendo ao redor dele, também ele volta a si da oração e, por entre os dedos das mãos, que estão unidas sobre o rosto, vê filtrar-se aquela estranha luz. Tira, então, as mãos do rosto, levanta a cabeça e se vira para trás. O boi, que agora se pôs de pé, está escondendo Maria. Mas ela diz: "José, vem cá".

José se aproxima dela. E, ao ver, para dominado por um sentimento de reverência, e está para cair de joelhos lá mesmo no lugar em que está. Mas Maria insiste, dizendo: "Vem cá, José" e, firmando a mão esquerda sobre o feno, com a direita Ela segura apertado contra o seu coração o menino e se levanta, indo ao encontro de José, que vem caminhando à maneira de um trôpego, embaraçado por causa do contraste entre o seu desejo de andar e o temor de estar sendo irreverente. Aos pés do catre, os dois esposos se encontram e olham um para o outro num só e feliz pranto.

"Vem, vamos oferecer Jesus ao Pai", diz Maria. E, enquanto José se ajoelha, Ela se põe de pé entre dois troncos que sustentam o teto, levanta o Filho em seus braços, e diz: "Eis-me aqui, senhor. Por Ele, o Deus, eu te digo esta palavra. Eis-me aqui para fazer a tua vontade. E com Ele, eu, Maria e José, meu esposo. Eis-nos aqui, nós teus servos, senhor! Seja feita sempre por nós, em toda a hora e em todos os acontecimentos, a tua vontade, para a tua glória e pelo teu amor". Depois, Maria se inclina e diz: "Pega-o, José", e lhe oferece o Menino. "Eu? E tu o entregas a mim? Oh! Não! Eu não sou digno". José está completamente apavorado, e se sente aniquilado, só diante da ideia de ter que tocar em Deus. Mas Maria insiste com ele, sorrindo: "Tu és bem digno disso, sim. Ninguém o é mais do que tu. Por isso é que o Altíssimo te escolheu. Toma-O, José, e segura-O, enquanto eu vou buscar as roupinhas."

José, vermelho como escarlate, estende os braços e pega aquele embrulhinho de carne que está gritando de frio, e quando já está com Ele nos braços, não se deixa mais levar pela vontade de tê-lo afastado do corpo pelo respeito, mas o aperta ao coração, dizendo numa grande explosão de pranto: "Oh! Senhor! Oh! meu Deus!".

Ao inclinar-se para beijar-lhe os pezinhos, percebe que eles estão frios e, então, senta-se no chão e o põe em seu colo e, com a veste marrom e com suas mãos, procura cobri-lo, aquecê-lo e defendê-lo do vento frio da noite. Ele bem que gostaria de ir para perto do fogo, mas por lá passa aquela corrente de ar, que entra pela porta. É melhor ficar entre os animais que servem de escudo contra o ar, e que produzem calor. E, assim pensando, vai ficar entre o boi e o jumento, e se coloca com as costas para a porta, inclinando-se sobre o Recém-Nascido, fazendo do seu peito um nicho, cujas paredes laterais são: uma cabeça cinzenta com longas orelhas e um grande focinho branco, com um nariz que solta um vapor quente, e com os olhos úmidos e cheios de bondade.

Maria abriu o baú, e dele tirou linhos e cueiros. Depois foi para perto do fogo e aqueceu os paninhos. Agora Ela vai a José, envolve o Menino naqueles tecidos mornos e no seu véu para proteger-lhe a cabecinha.

"Onde vamos colocá-lo agora?", ela pergunta.

José está olhando ao redor, pensativo...

"Espera", diz ele. "Vamos afastar os animais um pouco para lá, e o feno deles também. Depois jogamos para baixo aquele feno que está lá em cima e o colocamos aqui dentro. A madeira da beirada protegerá o Menino do ar frio, o feno lhe servirá de travesseiro, e o boi com seu hálito o aquecerá um pouco. Para isso é melhor o boi. Ele é mais paciente e sossegado". E José põe mãos à obra, enquanto Maria nina o seu Menino, apertando-o ao coração, e conservando sua face sobre a cabecinha para dar-lhe mais algum calor.

José atiça o fogo, sem economizar mais a lenha, para conseguir uma boa chama, esquentar o feno, e à medida que o vai enxugando, para que não se esfrie, o vai colocando no peito. Depois, quando já apanhou o bastante para fazer um colchãozinho para o Menino, vai até à manjedoura e o põe, de modo a tomar a forma de um pequeno berço.

"Está pronto", diz ele. "Agora precisaríamos de uma coberta, para cobrir o Menino, pois o frio está forte."

"Toma o meu manto", diz Maria.

"Mas tu ficarás com frio"

"Oh! Não faz mal! O cobertor é áspero demais. O manto é macio e quente. Eu não tenho frio algum. Mas quero que Ele não sofra mais!".

José pega, então o grande manto de lã macia, de cor azul clara, e o coloca dobrado sobre o feno, com uma beirada que fica pendurada para fora da manjedoura. Assim, o primeiro leito do Salvador ficou pronto.

E a Mãe, com passos cheios de graça e de doçura, o leva e lá o coloca com a beirada pendente do manto, ajeitando-o também ao redor da cabecinha descoberta que já começou a afundar-se no feno, protegida contra sua aspereza apenas pelo leve véu de Maria. Permanece descoberto somente o rostinho do tamanho do punho de um homem, e os dois, inclinados sobre a manjedoura, o ficam olhando felizes, enquanto Ele dorme o seu primeiro sono, porque o calor bom dos cueiros e do feno lhe acalmou o choro, e o doce Jesus conciliou o sono. (Valtorta-Vl.1)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

A IMINÊNCIA DA LARGADA DO PRIMEIRO CAVALEIRO DO APOCALIPSE

 


A IMINÊNCIA DA LARGADA DO PRIMEIRO CAVALEIRO DO APOCALIPSE

Ap 6:2 – “E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.” (APOSTASIA)

Esta publicação é a sequência do entendimento anterior: “Tudo indica que o Aviso será em 2024”. E de fato as Profecias nos conduziam para a deflagração do Aviso em 2024, visto que se daria o resultado herético do Sínodo da Sinodalidade em outubro de 2023. Mas foi alterado. Houve uma promulgação no Vaticano, assinado por Bergoglio, protelando o fim do Sínodo para outubro de 2024. Mas a definição será somente em 2028. Com isso muda o ano início do Grande Cisma, o qual será formalmente promulgado pela Igreja, com o fim da sacralidade da Eucaristia, entre outros absurdos litúrgicos. Um novo juramento será imposto aos sacerdotes da Igreja, forçando-os à aceitar as mudanças. A partir deste juramento não estaremos mais diante da Igreja Católica Tradicional, mas diante da Abominação desoladora da Nova religião mundial do Anticristo.

Com esta inusitada mudança o ano do Aviso também muda. Como as Profecias de Garabandal dizem que o Aviso vai ocorrer num ano par, depois do Cisma, consequentemente ficou ajustado para 2026.

As Profecias estão se afunilando de uma certa forma com o passar dos meses, que se torna quase inconcebível pensar em outra protelação.

Quais são as Profecias já concretizadas que antecedem o fim do Sacrifício Perpétuo?

1.      - Este atual Sínodo é o que foi profetizado em Garabandal, onde as videntes afirmaram que depois de um Sínodo importante viria o Aviso, num ano par.

2.      - O Cisma ocorre antes do Aviso. Profecia de Garabandal: “De acordo com várias entrevistas realizadas tanto com as videntes como com pessoas próximas a elas, foi dito o seguinte: 'Quanto ao Aviso, e antes que ele aconteça, a situação na Igreja será muito ruim, a ponto de ocorrer um evento que será doloroso e devastador. De fato, Serafin, o irmão mais velho de Conchita Gonzalez, disse que ouviu sua irmã Conchita (uma das quatro videntes) durante um êxtase, anunciando que o Aviso viria depois de um doloroso dilaceramento da Igreja, "uma espécie de cisma". Assim, o Aviso vindouro será associado a um mistério doloroso que perfurará a Igreja. Como uma falsa igreja ecumênica e herética que tomará conta de quase toda ela e perseguirá a verdadeira, composta por um remanescente fiel que preservará os dogmas e defenderá o depósito perene da Fé.”

3.      - Esta guerra atual iniciada entre Rússia e Ucrânia, estendida agora para o Oriente Médio entre Israel e Irã, é a guerra profetizada donde surgirá o “homem da Paz”, o Anticristo. Conforme as Profecias de Jesus à Maria Divina Misericórdia.

4.      - O último Papa verdadeiro da Terra faleceu, o Katejon: Bento XVI, aquele que impedia a aparição pública do Anticristo. Conforme as Profecias de Garabandal sobre o último Papa verdadeiro da Terra, e Tessalonicenses 2:6.

5.      - O Falso Profeta, o Anticristo Eclesiástico já está sentado na cadeira de Pedro. Confirmando a Profecias de La Salete, Maria Divina Misericórdia e outros.

6.      - Roma já perdeu a fé e se tornou a sede do Anticristo. O Vaticano é atualmente a sede provisória do Anticristo Bergoglio, mas será destruída, e uma nova sede monumental será construída em Roma para honrar a Besta. Profecia de La Salete combinada com as Profecias de Jesus à Maria Divina Misericórdia.

Observem que, com estas Profecias já estabelecidas, o que falta para o dia do Cisma ocorrer, dando a largada para o Primeiro Cavaleiro é unicamente devido a vontade de Deus.

Também temos outra Profecia indicando uma data que corresponde a sequência escatológica dos eventos finais:

Mensagem dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, recebida pelo Discípulo em 29 de setembro de 2022, em Caborca, Sonora, México. Mensagem do discípulo.

“Filhos do Altíssimo, o Avatar da Nova Era já chega e se apodera do templo e do trono de Deus.  O inominável que subjugará os reinos iníquos e escravos do pecado. Ó filhos do Altíssimo, abrais vossos olhos e vede que o implacável Avatar controlará as ações dos homens, dominará as inteligências e todos os meios de comunicação virtual, todos os meios virtuais estarão sob seu domínio e ação. Submeterá mais inteligências por meio da fatídica antena em frequência 5G, por isso 5 grandes antenas atrairão a carga magnética de cinco planetas.

O anticristo, o Maitreya, entra no trono do usurpador e prejudica a muitos porque se apresenta diante dos povos como facilitador e propõe solucionar de imediato os problemas mundiais da humanidade. Ó Remanescente fiel, não olheis em seus olhos nem escuteis sua voz, porque ele vos arrastará para a  perdição se o fizerdes.

O Grande Aviso está para chegar. Ó povo fiel, Remanescente de Deus Altíssimo, não tenhais medo, não temais aos que destroem os Sacrários e os templos. Antes do Grande Aviso haverá perseguição religiosa pelo novo Avatar da Nova Era, fará sua declaração iniciando em 9 de novembro. O anticristo fará uma declaração pública e entregará assim aos líderes religiosos depois de abolir o Santo Sacrifício Eucarístico, a abominação, será a abolição do Lugar Santo. Então, todos os povos e nações cairão sob o domínio da maior heresia que sairá de Roma pela boca de traidores, será a queda da Santa Sé e Roma será assaltada, massacrada e destruída. Mas o Justo Juiz que está às portas dotará Seu povo fiel com a Sagrada Eucaristia, protegerá a estirpe de Maria Santíssima e sereis atendidos por nós, os Arcanjos.”

Como agora temos a confirmação de que o Sínodo terminará em outubro de 2024, a promulgação do fim do Sacrifício Perpétuo se dará em 9 de novembro de 2024, ou 9 de novembro de 2025, e a consequente perseguição religiosa, conforme esta Profecia. A palavra Avatar usada neste texto profético, significa aquele que foi possuído por espíritos malignos. Maitreia é o nome do Anticristo político, e seu lacaio é o Avatar da Nova Era: O falso Papa.

Depois deste dia do grande Cisma, visto que surgirá uma nova religião, totalmente contrária a verdadeira Igreja de Cristo, o Falso Papa vai usar de sua “infalibilidade”, para perseguir, punir, excomungar, todos aqueles que forem contrários as mudanças heréticas outorgadas por ele. E a Igreja de Cristo se dividirá. Se não houver outra protelação nas datas, os eventos escatológicos futuros seriam os que já foram Profetizados anteriormente. Se o Aviso ocorrer de fato, como tudo indica, em abril de 2026 a 2030 eis que se configuram os seguinte eventos:

1.      - Declaração do Papa com o Novo Juramento em 9 de novembro de 2025, 2027 ou 2029 configurando a dessacralização da Igreja.

2.      - Nas duas primeiras semanas de abril de 2026 à 2030 ocorre o Aviso.

3.      - Uma semana depois ocorre o milagre nos pinos de Garabandal. 

4.      - Algumas semanas ou meses depois, a quebra da bolsa de valores do mundo. 

5.      - Logo em seguida a sequência da guerra atual culminando com a Terceira Guerra mundial com bombas atômicas. 

6.      - Em sequência a aparição pública do “homem da paz”, o Anticristo apaziguando a guerra e solucionando os problemas no Oriente Médio. 

7.      - Implantação da Política mundial, da Religião mundial, da moeda única (Marca da Besta) 

8.      - Volta de Jesus (2028 á 2030)

Esta sequência escatológica é a mesma dos quatro Cavaleiros do Apocalipse: Primeiro Cavaleiro – Apostasia. Segundo Cavaleiro – Guerra. Terceiro Cavaleiro – Fome. Quarto Cavaleiro – Anticristo.

Temos outra Profecia esclarecendo como será feito o comprometimento dos Sacerdotes para aceitar o Cisma: Recebido domingo, 18 de agosto de 2013, 17:45, Mensagem 884 do Livro da Verdade. Jesus a Maria da Divina Misericórdia: “Minha muito amada filha, o plano do Falso Profeta, para enganar o clero do mundo, já começou. Sob o pretexto de uma renovação e regeneração da Igreja Católica, todo o clero dentro desta Igreja, será enviado para retiros, para incentivá-los a aceitar o novo apostolado. Isso irá tornar-se generalizado e a muitos será dito que o objetivo é para unir todos no mundo, em nome da justiça. Será dito a eles nesta nova missão, para abraçar os pobres do mundo e se esforçarem para fazer a unidade. Será pedido a eles para jurar fidelidade, através de um novo juramento, para manterem-se fieis à Igreja. Não pedirão a eles para colocarem sua fé em Mim ou à Minha Santa Palavra. Em vez disso, eles vão jurar fidelidade aos novos líderes auto-proclamados, que tomaram posse da Cadeira de Pedro.”

Existe um enigma, um mistério na Profecia do Cisma que é necessário desvendar para entender os tempos finais.  

Daniel 8:13-14 – “Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do contínuo sacrifício, e da transgressão assoladora para que seja entregue o santuário, e o exército, a fim de serem pisados? E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”.

Nesta Profecia de Daniel, está relacionando o Cisma, ou seja, o fim do Sacrifício contínuo com a transgressão assoladora, ou seja, a implantação da Nova Religião mundial. Isso nos faz pensar que para dar início aos últimos três anos e meio, é preciso ocorrer estes dois eventos. A formalidade do Cisma na Igreja vem antes, obviamente, e consequentemente será promulgada oficialmente ao mundo a nova religião mundial do Anticristo. Eis o mistério fundamental para entender o tempo exato do início do fim. São dois eventos simultâneos, um dependente do outro.

Quanto a Daniel 12: 11-12- “E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias “.

Nesta outra Profecia de Daniel acontece o mesmo entendimento posterior. Primeiro é tirado o Sacrifício contínuo, para depois ser posta a Abominação desoladora, que é esta Nova Religião ecumenista que surgirá dentro da Católica com a Maçonaria Eclesiástica.

 Mateus 24:15 – “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda;”

Já nesta Profecia de Jesus, Ele somente vincula o surgimento da Abominação da Desolação: da Religião mundial ecumenista, como fundamental para saber que o tempo do fim estará muito próximo. Dando a entender que é a partir deste acontecimento que devemos contar os últimos três anos e meio, antes de sua segunda vinda. Este é um grande mistério, que devemos nos ater para chegar ao correto entendimento do início da Grande Tribulação. E como vimos no início, não sabemos ainda se o Cisma formal se dará em 9 de novembro de 2025, 2027 ou 2029, para podermos, a partir desta data, contar os últimos três anos e meio. Dependemos da soltura do Primeiro Cavaleiro do Apocalipse, da Apostasia, para dar sequência a soltura dos demais Cavaleiros. Porem, podemos ter a certeza de que será nos próximos anos. Que a elucidação das consciências venha logo.

Antonio Carlos Calciolari


quarta-feira, 29 de novembro de 2023

NO CÉU EXISTEM MUITAS MORADAS

 



NO CÉU EXISTEM MUITAS MORADAS

 João 14:2 – “ Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. “

O que Jesus quis dizer quando disse que no Céu existem muitas moradas? Deixemos para que o próprio Jesus nos responda:

“Olha o céu Simão. Nele podes ver estrelas, estrelinhas e planetas de diversas grandezas. Todos têm vida e esplendor por Deus que os fez e pelo sol que os ilumina, mas não são todos igualmente esplêndidos e grandes. No meu Céu também será assim. Todos redimidos terão vida por Mim e esplendor pela minha Luz. Mas não serão todos igualmente esplêndidos e grandes.

Uns serão um simples pó de astros, como o que torna láctea a Via Látea, e serão aqueles inumeráveis, que de Cristo tiverem recebido, ou melhor, tiverem aspirado somente aquele mínimo indispensável para não serem uns condenados, e somente pela infinita misericórdia de Deus, depois de um longo purgatório, irão para o Céu.

Outros serão mais fúlgidos e formados: os justos que tiverem unido a sua vontade – nota bem: vontade, não digo boa vontade – à vontade de Cristo e tiverem obedecido às minhas palavras para não se condenarem.

Depois virão os planetas, as boas vontades, oh! Esplendíssimos! Com luz de puro diamante, ou com o esplendor de gemas preciosas das mais diversas cores, vermelhos como os rubis, violetas como as ametistas, loiros como os topázios, cândidos como as pérolas – são os operantes por amor, os imaculados por amor.

E haverá alguns, do meio desses planetas, que serão a minha glória de Redentor, que terão em si os brilhos do rubi, da ametista, do topázio, e da pérola, porque tudo eles serão por amor. Heróicos, por conseguirem perdoar-se, por não terem sabido amar antes, penitentes por se saturarem de expiação, como Ester que, antes de ir apresentar-se a Assuero, se saturou de aromas; incansáveis, para fazerem em pouco tempo, no pouco que lhes sobra, tudo aquilo que não fizeram nos anos que perderam no pecado; puros até o heroísmo, para se esquecerem até de suas entranhas, além de na alma e no pensamento, de que existe uma sensualidade. Serão eles que hão de atrair, por seu multiforme esplendor, os olhares dos crentes, dos puros, dos penitentes, dos mártires, dos heróis, dos ascetas, dos pecadores. E, para cada uma destas categorias, o esplendor deles será palavra, resposta, convite e garantia...”

(Valtorta-Vol2) 


domingo, 5 de novembro de 2023

PERGUNTAS E RESPOSTAS

 



PERGUNTAS E RESPOSTAS

 DEUS FOI SEVERO DEMAIS CRIANDO UMA CONDENAÇÃO ETERNA?

Ap. 20:10 -  “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.” Também em Mateus 25:41- “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;”

Será Deus severo demais aplicando uma punição eterna aos condenados? Muitos não conseguem entender o porquê. Alguns até evitam tocar neste assunto. Mas a verdade deve ser dita. Deus nada mais faz do que aplicar a Justiça de acordo com a gravidade do pecado de cada alma. Se o pecador depois de pecar admiti o erro e se arrepende, imediatamente o Criador recolhe àquela alma destinada ao Céu, em outros casos, havendo ainda alguns pecados menores, a purificação do Purgatório completa a salvação. Mas existe uma categoria, que nem mesmo a eternidade de suplícios se converterá novamente, então para estes a Justiça é infinita porque o pecado permanece infinito. São aqueles que venderam suas almas para Satanás. Tem um coração petrificado, negro, sem vida, inacessível a qualquer tentativa de remissão. São aqueles que desejaram de livre e espontânea vontade estar longe de Deus, que não aceitam Deus de forma nenhuma, irredutíveis em sua decisão. Portanto não será Deus quem os condenará eternamente, mas sim o próprio desejo de cada um deles. Deus apenas os colocou no único lugar disponível no universo, para a execução dos suplícios: O Inferno. A vontade do homem é a que vale, nem Deus nem o Diabo podem interferir nesta escolha, no livre arbítrio de cada pessoa. O homem vai estar onde ele próprio desejou ir. Esta é uma verdade difícil de admitir pela maioria, porque sabe que a responsabilidade em obter mérito salvífico é totalmente do seu “eu”. Este medo está na dificuldade do homem em confessar seus erros, provocada pelo orgulho, pela soberba, pela falta de humildade. Sabe que errou, mas faz de conta que esqueceu, e assim vai ao encontro de Deus, omitindo, negando, mentindo e se condenando para sempre.

COMO DEUS PODE SABER O FUTURO?

O primeiro entendimento importante é saber que o tempo é uma ilusão. O que realmente existe é o espaço tempo e o tempo de vida das espécies, que são contados através de um calendário. Por isso se diz que Deus é incriado, ou seja, não teve princípio e não terá fim. Se Ele existe onde não existe o tempo, como poderia ter tido um início? Ele existe em sua essência incompreensível, porque Eterno somente Deus é. Nós podemos conquistar a eternidade, visto que tivemos um início, um nascimento, e a partir deste início viver eternamente, mas não somos Eternos. Eterno é aquele que não teve princípio e não terá fim. Viver eternamente pressupõe um início.

Para saber o futuro provável, Deus, Espírito perfeitíssimo, vagueia pelo universo criado a uma velocidade de pensamento espantosa, capaz de ver o futuro. Sabe, tem a ciência, o conhecimento, antes de criar, quais serão os benefícios e as consequências daquela criação, analisando todas as circunstâncias possíveis  Ao homem não é possível viajar no tempo espaço, nem para o passado, nem para o futuro, porque tem um tempo de vida finito, definido em seu DNA, seu Genoma. Consegue viver unicamente no seu tempo presente, enquanto for matéria, e depois desta vida, eternamente no Paraíso.  

Os cientistas dizem que não é possível viajar para o futuro porque ele ainda não existe.  Pobre ciência humana! Para Deus nada é impossível. A ciência de Deus é sobrenatural, está acima do entendimento racional. Como Deus é onipresente, consequentemente onisciente, está em todos os lugares ao mesmo tempo, ciente de tudo o que acontece em todos os lugares. Deus não precisa de uma nave espacial supersônica para viajar na velocidade da luz, usa apenas seu pensamento infinitamente inesgotável para descobrir o futuro mais provável.

Do presente a um ponto específico do universo, de trilhões de anos no espaço tempo, Deus permanece íntegro em Espírito sem qualquer tipo de imperfeição pelo espaço percorrido, vê no futuro, e o que provavelmente aconteceria durante aquele espaço tempo percorrido. Em alguns casos, usa de sua providência durante este espaço tempo, convertendo certos personagens com ajudas de todos os tipos, para que se estabeleça seu propósito de Amor universal, sempre respeitando, obviamente, o livre arbítrio de cada ser inteligente criado por Ele.

Deus Uno, só se dividiu em mais dois intelectos: Jesus e o Espírito Santo, depois de ter analisado suas criações futuras, que estavam ainda somente em seu pensamento. Vendo com olhos no futuro, sabia por antecipação a necessidade de se tornar Uno e Trino, para que pudesse salvar as criaturas inteligentes e livres de pensamento imaginadas por Ele. Foi assim que surgiu as três pessoas da Trindade, por esse motivo salvífico dos Anjos e dos homens, assim como todo universo criado estabelecendo uma ordem universal de Amor. Neste plano de salvação dos homens Deus predestinou acontecimentos, que são luzes e mais luzes, mostrando o caminho certo a seguir. E aqui está o que os defensores da predestinação não conseguem entender, Deus predestinou apenas os acontecimentos necessários para a nossa salvação e não a predestinação salvífica da alma de cada ser humano.

Ezequiel: “¹⁵ E vi os seres viventes; e eis que havia uma roda sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos quatro rostos.¹⁶ O aspecto das rodas, e a obra delas, era como a cor de berilo; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e o seu aspecto, e a sua obra, era como se estivera uma roda no meio de outra roda.¹⁷ Andando elas, andavam pelos seus quatro lados; não se viravam quando andavam.¹⁸ E os seus aros eram tão altos, que faziam medo; e estas quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor.

Ezequiel viu Deus e o Trono de Deus, e nesta visão se revela um detalhe pouco observado, onde as rodas, uma dentro da outra, girando, se locomovendo para todos os lados, e em suas cambotas, na superfície das rodas, estava cheias de olhos. E ainda diz que nas rodas está o Espírito de Deus. Perceberam a alegoria das palavras? Deus, com os olhos das rodas, que é seu próprio Espírito, se mostra onisciente e onipresente, que tudo vê. Por isso o Criador é também chamado de onipotente, que tudo pode. Como as rodas – que são o Espírito de Deus -, tem olhos em sua superfície redonda, girando e se locomovendo, conseguem observar de todos os lados, em todas as direções, seja em cima, em baixo, dos lados esquerdo e direito, num raio de trezentos e sessenta graus giratório. Para exemplificar de uma maneira mais compreensível a abrangência da visão das rodas, seria como uma esfera cheia de olhos, posicionada em todos os locais possíveis do universo.

No Apocalipse João viu os Anjos cheios de olhos: “ Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não têm descanso nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, e que é, e que há de vir.”

Aliás, vale a pena lembrar sobre Lúcifer, como foi um Arcanjo e conviveu com Deus, sabe como é o Trono de Deus. Usando de sua malícia, instigou a imagem do olho nas seitas criadas por ele, como os Iluminatis, os Maçons, os rituais Egípcios e a Nova Era. Aos Iluministas ele se apresenta como o construtor do universo, o olho que tudo vê, tentando se passar como se fosse Deus. De fato Satanás é o macaco imitador de Deus.

Não é difícil crer que Deus tudo pode, que tudo vê, inclusive o futuro. Basta que façamos uma breve meditação, uma reflexão, em busca de um entendimento e fatalmente chegaremos a esta conclusão. O futuro não existe, está ainda para acontecer, mas Deus consegue avançar no tempo espaço com seu pensamento, prevendo assim com antecedência acontecimentos futuros prováveis: as Profecias, necessárias para consumar o plano de salvação universal é uma prova disso.

 

TRÊS DA MADRUGADA HORA DAS TREVAS?

Os satanistas atribuem ao horário das três horas da madrugada, como a hora de Satanás, de culto contra Deus. A ideia de amaldiçoar o Criador neste horário, visto que são satanistas, feiticeiros, bruxos, só poderiam obter tal informação através de invocações dos espíritos caídos, os demônios. Obtiveram esta crença dos demônios, que todos nós sabemos tentam os homens a milênios, para nos enganar. Uma das formas mais usadas pelos espíritos caídos, é com a comunicação extraterrena proporcionada com a livre iniciativa dos homens em seus rituais de invocações necromancistas e afins. Ora, se os demônios pediram para que os satanistas fizessem um culto para denegrir o Altíssimo as três horas da manhã, deve ter um motivo muito especial, um motivo odiado por eles, para que este horário em especial fosse escolhido. Os demônios sabem de muitas coisas, muito mais do que nós, procuram sempre mentir passando informações erradas, mas neste caso o que dá legitimidade à escolha deste horário, é o ódio deles para com Deus, amaldiçoando o horário de nascimento de Cristo. O mais provável, é a inevitável evidência de que a “Estrela da Manhã” Jesus Cristo, nasceu exatamente neste horário.

Jesus Nasceu no dia 25 do mês de dezembro, Casleu no calendário Judaico, na festa das luzes, às 3 horas da manhã, morreu no dia 3 de Abril, Nisan no calendário Judaico, às 3 horas da tarde num domingo. O número 3 tem o simbolismo da Santíssima Trindade.

A visionária italiana Maria Valtorta viu o nascimento de Jesus, observando que a lua ainda estava visível no céu, e na aparição dos Anjos aos pastores na anunciação, também observou o mesmo, indicando a possibilidade do nascimento ter ocorrido de fato durante a madrugada.

Como puderam observar, não se trata da hora das Trevas, mas da felicidade, da alegria, do cantar e rejubilar dos Anjos anunciadores, da Luz Eterna que se fez homem. O enganador com o passar do tempo, faz com que tudo que seja santo se transforme em maldição, mas maldição para quem acredita nele. Sempre tentando mudar a história, adulterando-a em seu desejo sombrio, de Luz para Trevas, de Amor para ódio.

Mas a verdade será sempre verdade. Três horas da manhã é um horário bendito, Santo, e assim sempre será para aqueles que não se deixam enganar pelas insídias do abismo.

Outra hora cultuada por algumas seitas satanistas é a meia-noite, estabelece o início e o fim das 24 horas do dia e noite. Nos livros de Valtorta, foi durante a segunda vigília que Judas traiu Jesus com um beijo no Monte das Oliveiras, indicando a possibilidade de ter ocorrido justamente neste horário. Para os satanistas é motivo de celebração, visto que Satanás já havia tentado tirar a vida de Jesus quando nasceu, assumindo o corpo e a mente de Herodes mandando-o matar todos os primogênitos homens de Belém, até 3 anos de idade. Porém quando assumiu o corpo de Judas, tornou-se um híbrido com ele, se encarnou dominando-o completamente e, conseguindo seu intento. Sabemos que não foi uma vitória de Satanás, mas a confirmação do processo de sua derrota, com a Redenção dos homens, subsequente a traição. A meia-noite tem uma alegoria interessante, mostra que de fato foi o fim de Jesus homem e também o início de Jesus Espírito eterno, assim como as horas do dia somadas com a da noite, marcam um início e um fim. A meia-noite e a zero hora são o mesmo horário, uma vez que podemos dizer: Sexta feira a meia-noite ou zero hora de sábado. Esta afirmação só vale para o calendário estipulado pelo mecanismo de um relógio, que especifica o tempo em milésimos de segundos, e as horas. Para Deus, que vive onde não existe o tempo, tal marcação é definida com a lua no Zênite, ou seja, no alto de seu arco, a pique. Eis o porquê dos satanistas cultuarem também a lua cheia ou a de sangue.  

 

O HALLOWEEN É UMA FESTA PAGÃ?

 

A festa do Halloween realizada sempre no dia 31 de Outubro é uma afronta, uma forma de obstrução ou blasfêmia, contra o dia de todos os Santos realizada um dia após, em 1 de novembro. Se trata de uma infestação satânica premeditada para prejudicar as almas, que já chegam um dia depois impregnadas de insídias. Os demônios dizem: “ Podem se enfeitar de bruxos e feiticeiros a vontade, deixem as crianças fazerem o mesmo. Tudo pode, e nada os prejudicará. É uma festa tão bonita, aproveitem e cultuem com invocações inocentes os espíritos. Façam o que quiserem, esta é toda a lei.” Assim vão para a celebração da festa de todos os Santos. E a sociedade secularizada acredita e festeja como uma coisa boa. Não passa pela cabeça deles que está sendo ofertada o fruto do ocultismo pela árvore da intolerância destes tempos. É também uma zombaria contra os entes falecidos celebrados dois dias depois, nos finados. Visto que o ocultismo é formado dor necromantes, invocadores de espíritos de pessoas falecidas, mas que na verdade a comunicação extra terrena é feita com demônios que se passam por entes falecidos. Nos induz a pensar que o ocultismo é uma coisa natural e sem consequências. Cuidado! Não se deixem enganar.

Ouçam os Padres verdadeiros da Igreja, que sempre nos alertaram sobre o mal que infesta os homens durante esta festa, não participando dela. Estarão desta forma protegendo suas almas e a de seus filhos queridos.

 

A IGREJA CATÓLICA É RICA?

Não os evangélicos, mas muitos católicos criticam a Igreja dizendo que é riquíssima, que o Vaticano é ornado a ouro, prata e pedras preciosas, na grandiosidade do edifício da Basílica de São Pedro. Dizem eles: “Não precisamos mais dar a oferta durante os missais, porque a Igreja não precisa.” Como é triste ouvir isso sem se decepcionar com o acusador. Mas eu pergunto: “De quem é toda esta riqueza exposta na Basílica e no Banco do Vaticano? É do Papa, dos Bispos, dos Cardeais, dos Padres, dos diáconos, dos fiéis, um patrimônio de todos os fiéis da Santa Igreja. Grande parte desta riqueza foi usada durante séculos para construir Igrejas para o Senhor.

A riqueza da Igreja não tem um dono específico. E não tem como um sacerdote se alimentar de ouro ou prata, é preciso o óbolo dos fiéis, para comprar o que é necessário para a sobrevivência deles. É uma ostentação? Pode até se dizer que sim, mas não para o ego, e sim para a beatífica presença da beleza. Porque a beleza não é para a carne, mas para o espírito, não é para o estomago, mas para a alma. Também é necessário que assim seja, para receber bem os reis da terra, que lá sempre visitam por motivos diversos, dando notoriedade à Igreja. Queiram ou não queiram, o maior poder religioso da terra é a Católica, e os governantes sabem disso, tiram proveito, mostrando, mesmo que seja um falso respeito à instituição, para angariar futuros votos dos cristãos em seus países.

Na Jerusalém Celeste haverá também, ouro, prata, pedras preciosas e muito mais, intensificando a beleza em seu grau mais alto, para extasiar a alma daqueles que lá estiverem.

Nosso querido apóstolo João, viu a Jerusalém Celeste dizendo:  

 “¹⁸ E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. ¹⁹ E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; ²⁰ O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. ²¹ E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente.”  (Apocalipse 21:18-21)

Poderão aqueles que criticam a Igreja terrena, criticar na frente de Deus a ostentação da Jerusalém Celeste? Ainda dirão: “Há! Mas no Vaticano eles usam para seu próprio benefício, ou coisas piores.” Se por acaso isto estiver acontecendo, Deus haverá de julgar esses tais. Não devemos nos preocupar com os desvios insidiosos de alguns mal intencionados, porque Deus tudo vê e tudo sabe. A Igreja Católica é a maior instituição da Terra, e seria uma imprudência de minha parte não admitir que, sendo homens, poderá sim estar ocorrendo algum deslize. Mas, como disse, deixemos para Deus este julgamento.

Não sejamos inexoráveis em nossas decisões, deixando de ajudar a Igreja com o dinheiro das ofertas. Considerem o dízimo, não dez por cento do que ganham, mas o que acharem ser possível ofertar sem faltar para com as necessidades de sua família. O dízimo aqui seria o máximo que você poderia dar, para assim ajudar na evangelização. Fazendo assim estará agradando sua família e sua Igreja.

Se a Basílica no Vaticano foi feita assim, com toda aquela ostentação, e não somente ela, mais muitíssimas outras Igrejas espalhadas pelo mundo, teve, obviamente, a permissão do Senhor. E quem somos nós para questionar a vontade de Deus?

A vontade de Deus é sempre uma vontade santa.

 

NO SÁBADO MOSAICO É IMPOSSÍVEL REALIZAR A EUCARISTIA

 

O argumento proposto para tal entendimento é racional e lógico. A princípio precisamos compreender o culto a Deus aos sábados. O que de fato é o repouso sabático dos Judeus? O que pode e o que não pode fazer neste dia?

As escrituras dizem em Êxodo 35:3 que é proibido acender fogo, em Números 15:32-36, juntar lenha, em Jeremias 17:21-23, carregar peso, em Êxodo 16:28-30, sair de casa, realizar trabalhos, viajar ou passear, em Amós 8:4-6, fazer negócios.

Mas não é só isso, no Talmud, são mais trinta e nove proibições: Semear/ Arar/ Colher/ Agrupar feixes de cereais, frutas ou vegetais/ Debulhar/ Dispersar o grão ao vento/ Catar, separar, selecionar/ Moer/ Peneirar/ Preparar massa/ Assar, cozinhar, fritar/ Tosquir/ Lavar o tecido/ Desembaraçar a lã/ Tingir a lã/ Fiar/ Tecer/ Dar dois nós/ Tecer dois fios/ Separar duas linhas/ Atar/ Desatar/ Costurar, coser/ Rasgar/ Caçar/ Abater/ Raspar o couro/ Retirar o couro/ Alisar o couro/ Demarcar o couro/ Cortar/ Escrever/ Apagar/ Construir/ Demolir/ Acender fogo/ Apagar ou diminuir o fogo/ Martelar/ Transportar.

Além destes acima, existem também os seiscentos e treze preceitos judaicos.

O que é permitido: Cuidar da segurança da cidade e do Santuário, fazer o bem, holocausto de cordeiros, trocar os Pães da Preposição.

A Lei Mosaica de sacrifícios do cordeiro para tirar os pecados do povo, não é mais realizado desde a destruição do Templo em 70 d.C. , com a justificativa judaica de que não existe mais o Templo para esta cerimônia. Os protestantes não fazem sob o argumento de que, hoje em dia, teriam que prestar contas com as associações de defesa dos animais, e responderem um processo criminal.

Mas o homem não poderia ficar sem um ritual de purificação da alma, então a providência divina sabendo que isso um dia ocorreria, fundou a Igreja de Cristo, em substituição da Antiga Aliança, trocando o cordeiro animal pelo Cordeiro-Homem-Deus-Eucarístico.

Diz Jesus: “ Homem, em verdade Eu te digo que o sacrifício não está no animal que foi imolado, mas no esforço que tu fizeste para conservá-lo e imolá-lo depois. Em verdade Eu vos digo que está chegando o dia no qual, como diz a parábola inspirada, Deus dirá: “Eu não preciso do sacrifício de cordeiros e carneiros”, e exigirá um sacrifício único e perfeito. E, a partir daquela hora, todos os sacrifícios serão espirituais. Mas já foi dito, há séculos qual o sacrifício da predileção do Senhor. Davi exclama chorando: “Se Tu tivesses desejado um sacrifício, eu o teria oferecido, mas a Ti não agradam os holocaustos.” O sacrifício oferecido a Deus há de ser o espírito, e Eu acrescento: obediente e amoroso, porque se pode oferecer também sacrifício de louvor, de alegria e de amor, e não somente de expiação. Sacrifício oferecido a Deus há de ser um espírito compungido: “Um coração contrito e humilhado, ó Deus, Tu não o desprezas.” Não. Ele não despreza nem mesmo o coração que pecou e se arrependeu, pois é vosso Pai. E, então como não haverá Ele de acolher o sacrifício do coração puro e justo que o ama? Este é o sacrifício mais agradável a Deus. O sacrifício de cada dia, da vontade humana à vontade divina, que se manifesta na Lei, nas inspirações e nos acontecimentos de cada dia. E assim, não é a lepra da carne a mais vergonhosa e que exclui alguém da vista dos homens e dos lugares de oração, mas é a lepra do pecado. É verdade que esta passa muitas vezes ignorada pelos homens. Mas, vós viveis para os homens ou para o Senhor? Tudo terá fim aqui, ou continua na outra vida? Vós o sabeis. E, então, sede santos, para não ficardes leprosos aos olhos de Deus, olhos que vê os corações dos homens, e conservai-vos limpos em vosso espírito, a fim de poderdes viver para sempre.”

Foi absolutamente providencial Deus ter desejado ressuscitar num domingo, e fazê-lo dia do Senhor daquele dia em diante, porque não é possível realizar a Celebração Eucarística num sábado tão restritivo, que inviabiliza completamente a execução da Cerimônia. Como os fiéis vão se locomover até uma Igreja para receber o Corpo e o Sangue de Cristo, se não é permitido sair de casa? O sábado mosaico começa no pôr do sol da sexta-feira e vai até o pôr do sol do sábado.  

Mas a hipocrisia dos defensores do repouso sabático é recorrente e, pelo andar da carruagem, incorrigível. Por obséquio, alguém conhece algum protestante ou evangélico, ou qualquer outra seita que defende o sábado como dia de descanso, e cumpre todos os requisitos do culto sabático? Se não cumprem o rito em sua integralidade, porque continuam a defende-lo? Segundo a Lei Mosaica para fazer parte do povo escolhido é preciso fazer a circuncisão, será que os protestantes já cumpriram este ritual? Os irmãos separados, em suas reuniões aos sábados, conseguem realizar a Celebração Eucarística de que forma?  Será que não percebem, que o culto aos sábados foi somente para os Judeus daquela época?

O mais grave, é o fato de que nossos irmãos separados não tem autorização divina para ministrar a Eucaristia, porque não fazem parte da formação Eclesiástica Ministerial de Sacerdotes, com as regras da Tradição Apostólica da Santa Igreja. Outro agravante, é o fato de que todos os pastores, “bispos”, ou encarregados pelas cerimônias são casados.

A castidade dos sacerdotes é absolutamente necessária, para afastar os demônios e para poder ministrar com pureza de corpo e mente o puríssimo Corpo de Cristo Transubstanciado. Somente o Sacerdote pode tocar na hóstia e entrega-la aos fiéis, que por respeito ao sagrado deverão ajoelhar e receber na boca, sem tocar na hóstia, na vítima, evitando mais uma chaga no Corpo já severamente castigado de Nosso Senhor.

O sábado com suas restrições absolutistas proíbe o culto coletivo dos fiéis. É contrário à ideia de Igreja, que pressupõe reunião de fiéis em suas edificações. Portanto não é possível cultuar Jesus Cristo num sábado mosaico. Devemos considerar o sábado como apenas mais um dia da semana, sem as restrições mosaicas, para que os fiéis possam receber o Corpo e Sangue de Cristo em paz neste dia, sem infligir as Leis, como a Igreja tem feito desde sua nascente.

Não é desprezo ao sábado, mas uma constatação de que o rito mosaico foi bom para aquele tempo, mas inviável para os novos tempos. E porque Deus quis substituir o sábado pelo domingo, para que o Sacrifício Perpétuo continuasse a ser realizado todos os dias até o fim dos tempos.

Que a iluminação das consciências venha logo.

Antonio Carlos Calciolari

 

A CONCRETIZAÇÃO DAS PROFECIAS

 

Confirmando as profecias dadas por Jesus à Maria Divina Misericórdia, a guerra iniciada entre Rússia e Ucrânia, se alastrou para o Oriente Médio, com Israel e Irã. Nesta guerra que estamos assistindo pela televisão, chegará ao seu ponto crítico, com Israel atacando o Irã com bombas atômicas e logo em seguida muitos países atacarão Israel. E então surgirá o homem que vai resolver os conflitos no Oriente, será aclamado em todo mundo como o “homem da paz”. Este tal, será o Anticristo.

Fiquem atentos a este acontecimento. Mas antes do surgimento do homem do pecado, antes da guerra com bombas atômicas, antes da quebra da bolsa de valores, antes do Aviso, a elucidação das consciências, virá o Cisma na Igreja Católica com a abolição do Sacrifício Perpétuo. O Sínodo que está atualmente em seu desfecho no Vaticano, é o Sínodo profetizado em Garabandal.

Deus está segurando a soberba dos homens poderosos e do ódio dos demônios contra os seres humanos, afim de evitar que a Guerra ocorra antes do Aviso de Deus. Porque neste caso milhões de pessoas não teriam a oportunidade de se reconciliarem com Deus durante o Aviso, pedindo perdão pelos pecados cometidos, e seriam fatalmente condenados. Deus está agindo em nosso favor, como sempre, para que a elucidação das consciências ocorra antes desta guerra atômica, salvando milhões de almas para o Senhor.

Estamos a um passo do início da concretização de muitas outras profecias. O primeiro selo, do cavalo Branco, que é a apostasia, se inicia com o Cisma na Igreja de Cristo, este é o estopim do início da profecias.

Acompanhem o que está acontecendo no Vaticano e também na guerra. Não sejam apenas mansos como as pombas, mas perspicazes como as serpentes, ou seja, fiquem de olho nos sistemas do mundo para que não caiam em suas ciladas, com este grande enganador político que surgirá apaziguando a guerra. E também que fiquem atentos ao grande enganador Eclesiástico que já ocupa a cadeira de Pedro.

Para que não sejam pegos de surpresa, aconselho a todos, lerem o que Jesus disse a Maria Divina Misericórdia, o que Nossa Senhora disse em Garabandal, o que Nossa Senhora disse ao Padre Stefano Gobbi e as crianças pastoras de La Salete. Informem-se! Não se deixem seduzir pelo mundo!

Que a elucidação das consciências venha logo.

Antonio Carlos Calciolari


sexta-feira, 13 de outubro de 2023

PORQUE OS JUDEUS NÃO ACREDITARAM EM JESUS?

 PORQUE OS JUDEUS NÃO ACREDITARAM EM JESUS?

 Diz Jesus:

“Oh! Como sois estultos, e quanta dificuldade achais para compreender! E como sois vagarosos para crer nas palavras dos Profetas! Não era isso mesmo que estava predito? O erro de Israel é esse: o de ter mal interpretado a realeza do Cristo. Foi por isso que não acreditaram nele. Por isso é que Ele foi temido. É por isso que agora vós duvidais. No alto, embaixo, no Templo e nas aldeias, por toda parte se pensava em um rei conforme a natureza humana. A reconstrução do Reino de Israel não era limitada no pensamento de Deus, nem no tempo, nem no meio, nem no espaço, como o foi convosco.

NO TEMPO: Toda realeza, até a mais poderosa não é eterna. Lembrai-vos dos poderosos Faraós, que oprimiam os hebreus nos tempos de Moisés. Quantas dinastias se acabaram, e delas restam as múmias sem alma no fundo dos hipogeus secretos! E resta uma lembrança, se é que ainda do seu poder de uma hora, e até de menos, se compararmos os seus séculos com o tempo eterno. Este reino é eterno?

NO ESPAÇO: Falava-se de um Reino de Israel. Porque de Israel é, Eu direi assim, é que veio o tronco da raça humana, porque em Israel está, direi assim, a semente de Deus e, por isso, falar em Israel queria dizer o Reino dos que foram criados por Deus. Mas a realeza do Rei Messias não é limitada ao pequeno espaço da Palestina, e se estende do Oriente ao Ocidente, por toda parte onde houver um que na carne tem um espírito, isto em todos os lugares onde houver um homem. Como teria podido um só concentrar em si todos os povos, entre os quais houvesse inimigos, e fazer deles todos um único reino, sem ter que separar, como uns rios, o sangue, e todos sujeitos a cruéis opressões por homens armados? E nesse caso, como poderia Ele ser o Rei pacífico do qual falam os Profetas?

NO MEIO: O meio humano, eu disse, é a opressão. E o meio sobre humano é o amor, o primeiro é sempre limitado, porque o amor é amado, ou, se amado não é, é escarnecido. Mas, sendo ele uma coisa espiritual, não pode ser diretamente agredido. E Deus, o infinito, quer meios que sejam como Ele. Quer aquilo que finito não é, porque é eterno: o espírito, o que é próprio do espírito, o que leva ao espírito. Este é que tem sido o erro: ter concebido na mente uma ideia messiânica errada nos meios e na forma.

Qual a realeza mais alta? A de Deus. Não é verdade? Portanto, este Admirável, este Emanuel, este Forte, este Pai do século futuro, este Príncipe da Paz, este Deus como Aquele do qual Ele vem, pois assim é chamado, e assim é o Messias, não terá uma realeza semelhante à daquele que o gerou? Sim, que terá. Uma realeza toda espiritual e eterna, limpa de rapinas e de sangue, desconhecedora do que são as traições e abusos. Sua realeza! O que a Bondade eterna concede aos pobres homens, a fim de prestar honra e alegria ao seu verbo. Mas, não está dito de Davi, que este rei poderoso teve colocadas debaixo dos seus pés todas as coisas para lhe servirem de escabelo? Não foi dita por Isaías toda a sua Paixão, e por Davi contadas uma por uma, como se poderia dizer, todas as suas torturas. E não está dito que Ele é o Salvador? E não está determinado, Jonas não deu o sinal disso, que por três dias estaria engolido pelo ventre insaciável da terra, e que depois dela seria expulso, como o Profeta o foi do ventre da baleia? E não foi dito por ele: “O meu Templo, isto é, o meu Corpo no terceiro dia depois de ter sido destruído, será por Mim, isto é, por Deus reconstruído?” E que é que vós pensáveis? Que por magia Ele levantasse de novo as paredes do Templo? Não! As paredes não, mas a Mim próprio. E somente Deus podia fazê-lo levantar-se a si mesmo. Ele tornou a levantar o Templo verdadeiro: o seu Corpo de Cordeiro Imolado, assim como Moisés teve a ordem e a Profecia, para preparar a “passagem” da morte para a vida, da escravidão para a liberdade dos homens filhos de Deus e que eram escravos de Satanás.

Como foi que Ele ressuscitou? É o que estais perguntando. Eu vos respondo. Ele ressuscitou com sua verdadeira carne e com seu Divino Espírito que nele habita, assim como em toda carne mortal a alma habita como rainha, no coração. Assim Ele ressuscitou, depois de ter sofrido tanto, a fim de expiar por tudo, e dar uma reparação pela antiga e primeira ofensa e pelas infinitas outra que cada dia são praticadas pela humanidade. Ele ressuscitou como estava predito sob o véu das Profecias. Quando chegou o seu tempo, e Eu vos faço lembrar de Daniel, em seu tempo Ele foi imolado. E vós, ouvi e lembrai-vos de que no tempo predito, depois de sua morte, a cidade deicida será destruída.

Sobre isso Eu vos aconselho: lede com vossa alma, mas não com uma mente soberba os Profetas, desde o princípio do Livro, até às palavras do Verbo imolado, e lembrai-vos do Precursor que o mostrava como o Cordeiro, lembrai-vos de qual era o destino do simbólico cordeiro de Moisés. Pelo sangue dele foram salvos os primogênitos de Deus, isto é, aqueles que de boa vontade serão consagrados ao Senhor. Lembrai-vos, e compreendei o salmo messiânico de Davi e o messiânico de Isaías. Lembrai-vos de Daniel, trazei-o à vossa memória, mas sempre levantando-a do barro para o azul do céu, todas as palavras sobre a realeza do Santo de Deus, e compreendereis que outro sinal mais justo não nos podia ser dado, nem mais forte do que esta vitória sobre a morte, do que a ressurreição, que Ele fez por si mesmo. Lembrai-vos de que discordância da misericórdia e de sua missão seria, se Ele, lá do alto da Cruz punisse aqueles que sobre ela o haviam colocado. Ele ainda era o salvador, ainda que estivesse escarnecido e pregado no patíbulo! Estavam crucificados os seus membros, mas livres o seu espírito e sua vontade. E com estes Ele quis ainda esperar, a fim de dar tempo aos pecadores de crer e de invocar, não com urros blasfemos, mas com um gemido de contrição, o seu sangue sobre eles.

Agora Ele está ressuscitado. Tudo se cumpriu. Glorioso Ele estava por sua encarnação. Três vezes glorioso estava Ele, agora que, depois de haver-se aniquilado por tantos anos numa carne, ainda imolou-se a si mesmo, levando a obediência até à perfeição de saber morrer sobre a cruz, para cumprir a vontade de Deus. Gloriosíssimo, como alguém que tem a sua carne glorificada, agora Ele vai subir ao Céu, para entrar na Glória Eterna e iniciar o Reino que Israel não compreendeu.

A esse Reino, mais do que nunca, com urgência, com amor e a autoridade plena de que está revestido, Ele convoca as tribos do mundo. Todos, como viram e previram os justos de Israel e os Profetas, todos os povos virão ao Salvador. E não estarão ali somente os Judeus ou os Romanos, os Citas ou os Africanos, os Íberos ou os Celtas, os Egípcios ou os Frígios. Os do além Eufrates se unirão às fontes do Rio Perene. Os Hiperbóreos, ao lado dos Númidas virão ao seu Reino, e desaparecerão as raças e as línguas, os costumes, a cor da pele e dos cabelos não terão importância em seu Reino, mas haverá um só povo, brilhante e puro, haverá uma só linguagem, um só amor. Será o Reino de Deus. O Reino dos Céus. Um monarca Eterno: o Imolado, que ressuscitou. Os súbditos eternos serão os que crêem em sua fé. Desejai crer, para serdes Dele.

Valtorta-vol.10