quarta-feira, 30 de setembro de 2015

NÃO SELEIS AS MINHAS PALAVRAS DADAS Á MARIA VALTORTA

                                 Foi Eu Jesus Cristo quem fez de Valtorta meu instrumento


AS RAZÕES DAS REVELAÇÕES DADAS À MARIA VALTORTA

Diz Jesus:

I – Por que é que vós estais perecendo?

“As razões que me moveram a iluminar e a ditar episódios e palavras minhas ao pequeno João(Jesus chama Valtorta de pequeno João), além da alegria de comunicar um exato conhecimento de Mim a esta alma-vítima e amorosa são multíplices. Mas, entre todas, a alma delas é o meu amor para com a Igreja, tanto a docente, como a militante, e o desejo de ajudar as almas em sua subida para a perfeição. O conhecimento de Mim é uma ajuda para a subida. A minha palavra é Vida.
E Eu nomeio as principais:
A razão mais profunda do presente que Eu faço com esta obra é porque nestes tempos, nos quais o modernismo condenado pelo meu Santo Vigário Pio X, se deteriora cada vez mais, apresentando doutrinas sempre mais perniciosas, a Santa Igreja, representada pelo meu Vigário, tenha matéria para mais combater contra aqueles que negam:
-A sobrenaturalidade dos dogmas,
-A Divindade de Jesus Cristo,
-A verdade de Cristo ser Deus e Homem, real e perfeito, tanto na fé como na história que sobre Ele nos foi transmitida(pelo Evangelho, pelo livro Atos dos Apóstolos, pelas Epístolas Apostólicas e pela Tradição), a doutrina de Paulo e de João e a dos Concílios de Nicéia, Éfeso, Calcedônia, como minha verdadeira doutrina, por Mim verbalmente ensinada; minha ciência ilimitada, por ser divina e perfeita.
-A origem divina dos dogmas, dos Sacramentos, da Igreja UNA, Santa, Católica e Apostólica.
-A universalidade e continuidade do Evangelho por Mim ensinado, e para todos os homens.
-A natureza perfeita, desde o começo da minha doutrina e que não se formou até ser o que é, através de sucessivas transformações, mas nos foi dada assim: Doutrina de Cristo, do tempo de Graça, do Reino dos Céus e do Reino de Deus em vós. Divina, perfeita, imutável, uma boa nova para todos os que tem sede de Deus.
Ao Dragão vermelho com sete cabeças, dez chifres e sete diademas na cabeça, que com a cauda arrasta atrás de si a terça parte das estrelas do Céu, e as faz precipitar, e em verdade Eu vos digo que elas se precipitaram ainda mais baixo, do que sobre a terra e que ele persegue a Mulher. As Feras do Mar e da Terra, que muitos, demais adoram, seduzidos como estão pelos seus aspectos e prodígios, aponde o meu Anjo que voa pelo meio do Céu, segurando o Evangelho Eterno, bem aberto, até nas páginas até agora fechadas. Para que os homens possam salvar-se por sua luz das espiras da grande Serpente das sete fauces, que os quer sufocar em suas trevas. E na minha volta, que eu reencontre ainda a fé e a caridade no coração dos que perseverarem, e sejam eles mais numerosos do que a obra de Satanás.

II  -  Despertar dos Sacerdotes e nos leigos um vivo amor ao Evangelho e a tudo o que se refere ao Cristo. A primeira entre todas as coisas, há se ser uma renovada para com minha Mãe, nas orações, nas quais está o segredo da salvação do mundo. Ela, a minha Mãe, é a vencedora do Dragão maldito. Ajudai ao poder dela, dedicando-lhe um renovado amor, e, com uma fé também renovada, e procurando conhecer tudo o que a Ela se refere, Foi Maria que deu ao mundo o Salvador. E o mundo ainda terá por meio dela a Salvação.

III  -  Dar aos mestres do espírito e diretores de almas uma ajuda ao seu ministério, estudando o mundo dos diversos espíritos, que se agitam ao redor de Mim, e dos diversos modos por Mim usados para salvá-los. Porque seria tolice querer-se ter um método único para todas as almas. Diferente é o modo de atrair à Perfeição um justo, que espontaneamente já se inclina para ela, do modo que se haverá de usar com um que tem fé, daquele que é pecador, e o que se haverá de usar com um pagão. Vãs tendes muitos, até entre vós, se chegardes a julgar, como o vosso Mestre, serem gentios aqueles que apenas são uns pobres seres que substituíram pelo poder e a prepotência, uns o ouro, outros a luxúria, ou a soberba ou o seu saber, o verdadeiro Deus. E diferente é o método que se haverá de usar para salvar os modernos prosélitos, isto é, aqueles que aceitarão a ideia cristã, mas não junto com uma cidadania cristã, pertencendo eles a Igrejas separadas. Ninguém seja desprezado, e essas ovelhas dispersas, menos ainda. Amai-as, e procurai reconduzi-las ao Ovil Único, para que o desejo do Pastor Jesus se cumpra.
Alguns objetarão, ao lerem esta Obra dizendo: “Não se lê no Evangelho que Jesus tenha tido contatos com os romanos ou gregos, e por isso rejeitamos aquelas páginas.” Quantas coisas não constam no Evangelho, ou transparecem apenas por detrás de espessas cortinas de silêncio, deixadas cair pelos evangelistas, sobre episódios que, pela inquebrantável mentalidade dos hebreus, eles não aprovavam! Credes vós que conheceis tudo o que Eu fiz?
Em verdade, Eu vos digo que nem mesmo depois de terdes lido e aceitado esta ilustração sobre minha vida pública, ficais conhecendo tudo a respeito de Mim. Teria Eu apressado a morte, por causa do cansaço, do cronista de todos os dias do meu ministério, e de todas as ações realizadas em cada um daqueles dias, o meu pequeno João, se Eu o tivesse feito conhecer tudo, a fim de vos transmitir tudo! Pois bem. Há outras coisa feitas por Jesus, que se tivessem que ser escritas uma por uma, creio que o mundo não poderia conter os livros que se haveria de escrever, diz o João. Deixando de lado a hipérbole, na verdade Eu vos digo que se devessem ser escritas, uma por uma, creio que o mundo não poderia conter os livros que se haveriam de escrever. Deixando de lado a hipérbole, na verdade Eu vos digo que, se devessem ser escritas todas as minhas ações, todas as minhas lições particulares, as minhas penitências e orações para salvar uma alma, seriam necessárias as salas de uma de vossas bibliotecas, e uma das maiores, para conterem os livros que falam de Mim. E, também em verdade Eu vos digo que seria muito mais fácil para vós jogar no fogo tanta ciência inútil, poeirenta e venenosa, a fim de dar lugar aos meus livros, do que ficar sabendo tão pouco sobre Mim e ficar adorando tanto aquela imprensa, quase sempre suja de sensualidade ou de heresia.


IV  -  Restituir à sua verdade as figuras do Filho do Homem e de Maria, verdadeiros filhos de Adão, pela carne e pelo sangue, mesmo ainda de um Adão inocente. Como nós devíamos ser os filhos do Homem, se o Progenitor e a Progenitora não se tivessem rebaixado de sua perfeita humanidade, isto é, de ser homem, ou seja, de ser uma criatura, na qual está a dupla natureza: a espiritual, feita à imagem e semelhança de Deus, e a material, como vós sabeis que eles procederam. Eles tinham sentidos perfeitos, isto é, submissos à razão, pois por ela se revelava neles uma grande acuidade. Quanto aos sentidos, Eu incluo também os morais, junto com os corporais. Portanto um amor completo e perfeito, amor ao esposo, ao qual não era a sensualidade que a unia, mas somente o vínculo de um amor espiritual, e para com o Filho muito amado. Amado com toda a perfeição de uma mulher perfeita para com a criatura nascida dela. Do mesmo modo como Eva devia ter amado a criatura dela nascida. Foi assim que Eva deveria ter amado: como Maria, isto é, não por aquele gozo carnal e que ele era filho, mas porque aquele filho era filho do Criador e da obediência cumprida à sua ordem de multiplicar a espécie humana. E amado com todo o ardor de uma perfeita fiel, sabendo que ele é seu filho, não de um modo figurado, mas realmente Filho de Deus.
Aqueles que julgam amoroso demais o amor de Maria a Jesus, Eu digo que considerem bem quem era Maria, a Mulher sem pecado e, por isso, sem defeitos em sua caridade para com Deus, para com seus pais, para com o esposo, para com o Filho, para com o próximo, ao considerar que é que a Mãe via em Mim, além de ver o Filho de seu seio e, finalmente considerar qual a nacionalidade de Maria. Ela era de raça hebréia, uma raça oriental e de tempos muito anteriores aos atuais. Por isso, desses elementos é que brota a explicação de certas amplificações verbais de amor, que a vós podem parecer exageradas. Um estilo florido e pomposo, até conversações comuns, e o estilo oriental e hebraico. Todos os escritos daquele tempo e daquela raça disso são uma prova, e nem o correr dos séculos conseguiu mudar muito o estilo do oriente.
Pretenderíeis que, porque vós, vinte séculos depois, e quando a perversidade da vida matou o grande amor, deveis, ao examinar estas páginas, que Eu vos desse uma Maria de Nazaré igual á árida e superficial como é a do vosso tempo? Maria é o que é, e não se troca a doce, pura, amorosa menina de Israel, Esposa de Deus, Mãe virginal de Deus, por outra excessivamente, doentiamente exaltada, ou por uma glacialmente egoísta mulher do vosso século.
Aqueles que julgam amoroso demais o amor de Jesus por Maria, Eu digo que Eu, era Deus, e que Deus Uno e Trino, gozava de todo o conforto, ao amar Maria, Aquela que lhe dava uma reparação pela dor de toda a raça humana, o meio pelo qual Deus pudesse tornar a gloriar-se de sua Criação, que forma os cidadãos para os seus Céus. E finalmente considerem que todo amor se torna culpável quando, e somente quando cria uma desordem, isto é, quando vai contra a vontade de Deus e deixa de cumprir o seu dever.
Agora considerai bem: o amor de Maria fez isso? O meu amor fez isso? Será que Ela me entreteve com um amor egoísta, para Eu não cumprir toda a vontade de Deus? Terei Eu, por um amor desordenado, renegado talvez a minha missão? Não. Um e outro amor tiveram o mesmo desejo: que se cumprisse a vontade de Deus para a salvação do mundo. E a Mãe disse todos os adeuses ao Filho, e o Filho disse todos os adeuses à Mãe, para entregar o Filho do magistério público, e à Cruz do Calvário, entregando a Mãe à solidão e à angústia, para que Ela fosse a Co-redentora, sem levar em conta a nossa humanidade, que se sentia dilacerada, nem o nosso coração que se despedaçava pela dor. Será isso uma fraqueza? Um sentimentalismo? É um amor perfeito, ó homens que não sabeis amar, e não compreendeis mais o amor e as suas vozes!
E esta obra tem por escopo iluminar uns pontos que um complexo de circunstâncias cobriu de trevas e que agora forma as faixas escuras dentro da luminosidade do quadro evangélico e há pontos que perecem fraturas, e não são mais do que pontos escuros, entre um episódio e outro, são pontos indecifráveis e que no poder de decifrá-los é que esta a chave para se compreender exatamente certas situações, que se haviam formado e certas atitudes fortes, que Eu tinha devido tomar, em contraste com as minhas exortações contínuas ao perdão, a mansidão e a humildade, certos enrijecimentos para com os teimosos e os adversários inconvertíveis. Lembrai-vos de que Deus, depois de ter usado toda a sua misericórdia, para honra de Si mesmo, sabe também dizer “Basta” aqueles que, porque Ele é bom, crêem ser lícito abusar de sua longanimidade, e tentá-lo. Com Deus não se brinca. É uma palavra antiga e sábia esta.

V  -  Conhecer exatamente a complexidade e duração da minha longa Paixão, a qual culmina na Paixão cruenta completada em poucas horas, mas que me havia maltratado em um tormento quotidiano, que durou lustros e lustros e, que foi sempre aumentando, e, com a minha, a paixão da Mãe, a qual a espada da dor transfixou o coração, durante um tempo igual. E levar-vos, pelo conhecimento disso, a amar-vos mais.


VI  -  Demonstrar o poder de minha Palavra e os efeitos diversos da mesma, sob a condição de que quem a recebesse pertencesse à fileira dos homens de boa vontade, ou a daqueles, entre eles, que tinham uma vontade sensual, que nunca é reta.
Os Apóstolos e Judas. Ai estão dois exemplos opostos, Os primeiros, imperfeitíssimos, rústicos, ignorantes, violentos, mas tinham boa vontade. Judas, douto mais do que a maioria deles, refinado pela sua vida na Capital e no Templo, mas de má vontade. Observai a evolução dos primeiros no Bem e sua subida.
Observai essa evolução na perfeição dos Onze bons, sobretudo a daqueles que, por um visível defeito mental, estavam acostumados a desnaturar a realidade dos santos, fazendo do homem que atinge a santidade, como uma dura, duríssima luta contra as forças poderosas e tenebrosas. Um ser desnaturado, sem concupiscência e sem arrepios, e, portanto sem méritos. Porque o mérito vem justamente da vitória sobre as paixões desordenadas e as tentações, vitória conseguida por amor a Deus, e para conseguir o último fim: gozar de Deus para sempre.
Que observem isto aqueles que pretendem que o milagre da conversa deva vir só de Deus. Deus dá os meios para converter-se, mas Ele não violenta a vontade do homem e, se o homem não quer converter-se, inutilmente terá o que ao outro serve para a conversão.
Considerem aqueles que examinam os múltiplos efeitos da minha Palavra, não somente sobre o homem humano, mas também sobre o homem espiritual. E não só sobre o homem espiritual, mas também sobre o homem humano. A minha Palavra, recebida com a boa vontade, transforma um e o outro, conduzindo-os a perfeição externa e à interna.
Os Apóstolos que por sua ignorância e por minha humildade tratavam o Filho do homem com uma confiança excessiva um bom mestre entre eles, e nada mais, um mestre humilde e paciente, com o qual era lícito tomar liberdades, às vezes excessivas. Mas isso, feito por eles, não era uma falta de respeito, mas uma ignorância, e por isso está desculpada, os apóstolos, briguentos entre si, egoístas, ciumentos no seu amor e do meu amor, impacientes com o povo, um pouco orgulhosos de serem “os apóstolos”, ansiosos por verem tudo o que causa admiração ao povo, como os milagres feitos por Jesus, que os fazem ser vistos como uns dotados de um poder extraordinário e, devagar mas continuamente, se vão transformando em homens novos, que antes dominam as suas paixões, a fim de Me imitarem, e Me fazem ficar contente, depois que eles, conhecendo sempre mais o meu verdadeiro Eu, mudando os modos e o amor, até Me verem, Me amarem e Me tratarem como Senhor Divino. São eles talvez o termo desta minha vida sobre a terra, ainda aqueles companheiros superficiais e alegres dos primeiros tempos? Eles o são, sobretudo depois da Ressurreição, os amigos que tratam o Filho do Homem como Amigo? Não. Primeiro, eles são ministros do Rei. Depois são os sacerdotes de Deus. Todos diferentes, completamente transformados.
Considerem isto aqueles que o julgarem muito fortes, e julgarão, então desnaturada a natureza dos apóstolos, que era como está descrita. Eu não era um doutor difícil, nem um rei soberbo, não era um mestre que julga indignos dele os outros homens. Eu soube compadecer-me deles. Eu quis formar usando materiais brutos, encher de perfeições de toda espécie uns vasos vazios, e mostrar que Deus tudo pode, e que de uma pedra Ele tira um filho de Abraão, um filho de Deus, e de um mestre, a fim de confundir os mestres jactanciosos de sua ciência, que, muitas vezes perdeu o perfume da minha.


VII  -  Afinal, fazer-vos conhecer o mistério do Judas, aquele mistério que a queda de um espírito, que Deus tinha beneficiado extraordinariamente. Um mistério que em verdade se repete por demais frequentemente, e que é a ferida que dói no coração do vosso Jesus.
Fazer-vos conhecer como se cai, transformando-se de servos e filhos de Deus em demônios e deicidas, que matam a Deus neles, matando a Graça para impedir-vos de pôr o pé sobre os caminhos dos quais se cai no abismo, e para ensinar-vos o que fazer, para ver como se há de entreter os cordeiros imprudentes que se atiram no abismo.
Aplicai a vossa inteligência em estudar a horrenda e no entanto comum figura do Judas, complexo este no qual se agitam como uma serpente todos os vícios capitais, que vós achais e tendes de combater nisto ou aquilo. E a lição que deveis especialmente aprender, pois ela será a que vos vai ser mais útil no vosso magistério de mestres do espírito e de diretores de almas. Infelizmente quantos há que, em todos os estados da vida, imitam ao Judas, entregando-se a Satanás, e encontrando a morte eterna.

E agora? Que é que dizeis ao vosso Mestre? Não faleis a Mim, mas falai em vosso coração. E, se tiverdes facilidade em fazê-lo, falai ao pequeno João.(Valtorta) Mas, em nenhum dos dois casos falai com aquela justiça que Eu gostaria de ver em vós. Não falais para fazê-lo sofrer, e estareis faltando com a caridade para com uma cristã, a coirmã, o instrumento de Deus. Em verdade Eu vos digo, ainda mais uma vez, que não é uma tranqüila alegria ser instrumento Meu: é um cansaço e esforços, em tudo há dor, e seria necessário que pelo menos os sacerdotes, e especialmente os coirmãos, ajudassem a esses pequenos mártires, que vão para a frente, debaixo de uma cruz. E, porque no vosso coração, falando a vós mesmos, tendes um lamento de soberba, de inveja, de incredulidade, e outros. Mas Eu vos darei resposta as vossas lamentações, e aos vossos espantos de escandalizados.
Na tarde da última Ceia, aos onze que me amavam Eu disse: “Quando o Espírito Consolador tiver vindo, Ele vos fará lembrar de tudo o que Eu vo-lo disse.” Quando Eu falava, tinha sempre presente, além dos presentes, todos aqueles que teriam sido meus discípulos no espírito de verdade, e com vontade de querer. O Espírito Santo, que já com sua graça infunde em vós a faculdade de querer lembrar-vos de Deus, afastando as almas do desvario da Culpa Original, e livrando-as dos ofuscamentos que, pela triste herança de Adão, envolvem a luminosidade dos espíritos criados por Deus, para que não gozassem da vista e do conhecimento espiritual dos espíritos criados por Deus, a fim de que gozasse dela, e completa sua obra de Mestre, fazendo que se lembrem de tudo o que Eu disse e que constitui o Evangelho.
E lembrar-se aqui significa deixar-se iluminar pelo espírito dele. E assim conduzidos, os que são filhos de Deus, pois nada vale recordar as palavras do Evangelho, se não se compreende o espírito delas. O espírito do Evangelho, que é amor, pode tornar-se compreensível pelo Amor, isto é, pelo Espírito Santo, o qual, assim como foi o verdadeiro escritor do Evangelho, é também o único Comentador, pois só o autor de uma obra sabe o espírito dela, e o compreende, ainda que não consiga fazê-lo compreender aos leitores da mesma. Mas, onde não consegue um autor humano, porque toda feição humana é rica em defeitos, aí chega o Espírito Santo, autor do Evangelho, e é Ele que também o recorda, comenta e completa profundamente para as almas dos filhos de Deus.
Consolador, o Espírito Santo, que o Pai vos mandará em meu Nome, vos ensinará todas as coisas, vos fará lembrar-vos de tudo o que Eu disse(João 14,26)
Quando pois, tiver vindo aquele Espírito da Verdade, Ele vos ensinará toda a Verdade. Ele não vos falará por Si mesmo, mas dirá tudo aquilo que ouviu e vos anunciará o que está por vir. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu, e vo-lo anunciará. Tudo o que o Pai tem é meu. Por isso é que Eu disse que Ele receberá do que é meu, e vo-lo ensinará.(João 16, 13-15)
Porque se vós objetais que, sendo o Espírito Santo o Autor verdadeiro do Evangelho, não se compreende que Ele não se tenha lembrado de tudo o que nesta obra foi dito e de tudo o que João diz que aconteceu, naquelas palavras do fim do Evangelho com que ele termina o seu Evangelho. Eu vos respondo que os pensamentos de Deus são diferentes dos homens, mas são sempre justos e insindicáveis.
E ainda: se objetais que a revelação terminou com o último dos Apóstolos e que não havia nada mais a acrescentar, porque o próprio Apóstolo diz no Apocalipse: “Se alguém de vós acrescentar alguma coisa, Deus porá sobre ele as pragas escritas neste livro.”(João 22,18) e isso pode ser entendido em toda a revelação, da qual o Apocalipse de João é o último coroamento, Eu vos respondo com esta obra acrescentada à revelação, mas que foram preenchidas as lacunas produzidas por causas naturais e desejos sobrenaturais. E, se Eu quis comprazer-me em reconstruir o quadro da minha divina Caridade, assim como faz um restaurador de mosaicos, que quer recolocar as peças estragadas, ou que faltavam, restituindo assim ao mosaico sua completa beleza, assim Eu me reservei o trabalho de fazer isso neste século no qual a Humanidade se precipita no rumo do Abismo das trevas e do horror, e podeis vós evitar que Eu o faça? Podeis, por acaso dizer que não há necessidade disso, vós que tendes um espírito tão nublado, tão surdo, enlanguescido, diante das luzes, das vozes e dos convites do Alto?
Em verdade, vós deveríeis falar bem de Mim, pois Eu com novas luzes, aumentei as luzes que já tínheis, que vos era bom, mas suficiente para “ver” o vosso Salvador?
Ver a Vida, a Verdade e o Caminho, e sentirdes ressurgir em vós aquela comoção espiritual dos justos do meu tempo, chegando através deste conhecimento a uma renovação dos vossos espíritos no amor, que seria para vós salvação, visto que se eleva para a perfeição.
Eu não digo que sois uns “mortos”, mas adormecidos, sopitados, dominados pelo sono, semelhantes às plantas durante o sono do inverno. O Sol Divino vos está mandando os seus fulgores.
Despertai! E bendizei a este Sol que se doa, e acolhei-o com alegria, a fim de que vos aqueça, desde a superfície até a profundidade, e vos acorde, vos cubra de flores e de frutos. Levantai-vos, vinde ao meu presente. Tomai e comei. Tomai e bebei, Eu disse aos Apóstolos.
Se tu conhecesses o dom de Deus, e quem é que te está dizendo: “Dá-me de beber”, tu mesma terias pedido água a Ele, e Ele te teria dado a “Água Viva” como Eu disse à Samaritana.
Eu o digo ainda agora, tanto aos doutores, como aos samaritanos. Porque ambas estas classes extremas têm necessidade dele, e necessidade têm aqueles que estão entre os dois extremos, os primeiros para não ficarem desnutridos e despojados de forças até para se moverem a si mesmos, e de nutrição sobrenatural para os que estão sofrendo pela falta do conhecimento de Deus, do Homem-Deus, do Mestre e Salvador. E os segundos, porque suas almas têm necessidade de água viva, quando estão perecendo longe das fontes. Aqueles que estão no meio, entre os primeiros e os segundos, a grande massa doa que não tem pecados graves, mas também os extáticos, que não progridem, ou por preguiça ou por tibieza, por algum conceito errado sobre o que é santidade, aqueles que são escrupulosos em seu medo de se condenarem, ou de serem observantes, a fim de não se enredarem em um labirinto de práticas superficiais, tais não ousam dar um passo sobre o caminho íngreme muito difícil da heroicidade, para que com esta prática, recebam o empurrão inicial, a fim de saírem de sua modorra e recomeçarem pelo caminho heróico.
Eu vos digo estas palavras. E vos ofereço este alimento e esta bebida que é água viva. A minha Palavra é Vida. E Eu vos quero na vida comigo. E multiplico a minha palavra, a fim de contrabalançar os miasmas de Satanás, que destroem em vão as forças vitais do espírito.
Não Me rejeiteis. Eu tenho sede de dar-me a vós. Porque Eu vos amo. Esta é a minha inextinguível sede. Tenho o ardente desejo de comunicar-me convosco. A fim de tornar-vos prontos para o banquete das núpcias celestes. E vós tendes necessidade de Mim, para não vos enfraquecerdes, para poderdes vestir-vos com uma veste ornada para as núpcias do Cordeiro, para a grande festa de Deus, depois de terdes superado a tribulação, neste deserto cheio de espinheiros e serpentes, que é esta terra, a fim de passar por entre répteis, ter que beber venenos sem morrer, tendo-vos em Mim. E ainda vos digo: “Tomai, tomai sem morrer, tendo-vos em Mim.” E ainda vos digo: “Tomai, tomai esta obra, mas não a seleis.” E, sim, lede-a fazei que a leiam, porque o tempo está chegando e quem é santo, faça-se mais santo ainda.
A Graça do Senhor vosso Jesus Cristo esteja com todos aqueles que neste livro vêem um aproximar-se de Mim e solicitam que se cumpra para sua defesa, com este grito de amor: Vem, Senhor Jesus.

(O Evangelho como me foi Revelado – Maria Valtorta, Vol. 10. Pgs. 498 a 509) 

                                                     Maria Valtorta e seu martírio


 A Igreja Católica define de forma muito clara (CIC 65, 66) que a revelação pública, oficial, está concluída e é a que vemos nos livros canônicos da Bíblia. Corresponde à fé cristã compreender gradualmente seu conteúdo.
Isso não impede que haja revelações privadas (CIC 67), que não melhoram nem completam a Revelação definitiva de Cristo, mas sim podem ajudar a vivê-la mais plenamente em uma determinada época histórica. Ou seja, pode haver livros inspirados, mas não canônicos.
O especialista François Michel Debroise nos dá uma informação muito completa sobre o tema.
Maria Valtorta, mística italiana falecida em 1961, foi um exemplo de alma extraordinária com vida extraordinária. Foi uma das 18 grandes místicas marianas. Aos 23 anos, um anarquista a espancou com uma barra de ferro, deixando-a com limitações físicas. Ficou 9 anos de cama. E uniu todas as suas dores à paixão de Jesus.
Seu confessor, ao ver a grandeza dessa alma, pediu-lhe que escrevesse sua biografia. Tudo isso aconteceu em plena guerra mundial. Depois de escrever sua biografia, de 1943 a 1950, ela começou a receber uma série de visões, que transcreveu em 17 volumes, entre eles sua obra mais conhecida: “O Evangelho como me foi revelado”. Em 4800 páginas, ela relata a vida de Cristo, dia a dia.
O Papa Paulo VI apoiou a leitura da obra de Maria Valtorta, assim como o Padre Pio. A Madre Teresa de Calcutá era uma leitora assídua dos seus escritos. A celebração dos 50 anos da morte de Maria Valtorta foi acompanhado por altas personalidades da Igreja.
Do ponto de vista histórico, os biblistas se surpreendem com como uma pessoa que não teve estudos possa ter um conhecimento tão detalhado.
O leitor desta narração fica preso, porque a obra o introduz nas cenas da vida de Jesus como um espectador presente. É uma narração extraordinária do ponto de vista teológico, histórico e científico. (Fonte: Aleteia)
 Maria Valtorta foi “Porta Voz” e mensageira de Jesus. Assim como o Evangelista João por um milagre de Deus viu o futuro, e desta visão escreveu o Apocalipse, para Valtorta, Deus permitiu o milagre de ver o passado, no tempo de Jesus, e desta visão escreveu os livros “O Evangelho como me foi Revelado. Nenhum outro visionário em toda história da humanidade, passou tantas revelações a respeito da vida de Jesus como Valtorta. Leiam, e se emocionem como eu me emocionei, diante da profundidade documental destes livros inesquecíveis e verdadeiros. (Don Ottavio Michelini teve uma revelação, o qual confirmou que Jesus se comunicou com Maria Valtorta para escrever as passagens dos Evangelhos, e a própria Maria Santíssima através das visões de Marija e Vicka em Medjugorge, também confirmaram ser Jesus).
Cumpro portanto, com a divulgação no meu blog das passagens e revelações de Jesus dadas a Valtorta, um desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que pede para que não selemos as suas Palavras.
Quem se sentiu tocado na alma por estas palavras, faça também a divulgação para que o maior numero possível de pessoas possam ser salvas, ou acrescidas de conhecimento.


A paz de Jesus.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

ÁGUA EM MARTE? IMPOSSÍVEL !


ÁGUA EM MARTE? IMPOSSÍVEL!

Os cientistas que dizem ter “provado” a existência de água líquida em Marte, estão mentindo descaradamente. E para se chegar nesta afirmação, não é preciso ser um astrônomo ou um “grande cientista”, como eles gostam de ser chamados.
A distância de Marte com o Sol e a falta de qualquer tipo de proteção natural no planeta vermelho, para minimizar a incidência dos raios solares e do gélido espaço, descredencia este planeta de qualquer existência de forma de vida, e muito menos de água líquida em sua crosta.
A nossa Terra, que está muito mais próxima do Sol do que Marte, e mesmo tendo a proteção de uma crosta invisível de gotículas cristalizadas nos limites da atmosfera com o espaço, formando uma proteção natural contra os raios solares, filtrando-os e tornando-os bons para o surgimento de vida, mesmo assim observem que nos pólos do planeta a água se congela. A distancia da Terra com o Sol, seus diâmetros, a rotação e a translação, além de outros quesitos, fazem de nosso planeta um planeta único para o surgimento de vida. As condições e a complexidade funcional de tudo que existe na Terra, são tantos e tão extraordinários, que a possibilidade da existência de outro planeta com iguais condições no Universo é praticamente zero.
Somente com este raciocínio é possível dizer que, os cientistas estão mentindo, mentindo por ganância, por arrogância, por reconhecimento público e dinheiro.
Quantas e quantas vezes, já fomos enganados por paleontólogos, apresentando falsos hominídeos, misturando fósseis de macacos com humanos, em outros casos com datações suspeitíssimas, sugerindo milhões de anos, em outros, admitindo a evolução das espécies, do irracional doente mental Charles Darwin, sem terem qualquer prova científica para prová-la. Lembremos de que nenhuma datação acima de 10.000 anos é confiável.
Outro ponto irritante desta “descoberta”, é com relação a divulgação da notícia a nível global, como uma das maiores “descoberta” da ciência, sem terem provas científicas. As “provas”que eles apresentaram foram conseguidas observacionalmente, eles não viram água, viram que houve escorrimentos de areia em algumas montanhas do planeta Marte. São observações visuais, não são provas reais. Não houve coleta de material da suposta “água marciana”. É uma suposição, um chute, e nada mais.
Vocês cientistas podem enganar alguns ignorantes sim, mas a grande maioria vocês não vão conseguir enganar.
Sejam humildes e honestos. Peçam desculpas a sociedade por estarem induzindo milhares de pessoas ao erro, ao fazê-las acreditar na existência de vida em outros planetas.
Acreditar que do nada tudo se fez sem um Criador, é uma ofensa, uma agressão a nossa inteligência humana. Todo homem inteligente acredita em Deus, porque toda reflexão a respeito de como tudo se iniciou, sempre esbarra no sobrenatural. Sem admitir que o sobrenatural agiu e, age até hoje para a continuidade da vida, não se chega a resposta, a conclusão de que tudo só existe porque Deus as criou.

A paz de Jesus.


Antonio Carlos Calciolari. 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES NUNCA EXISTIU


A EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES NUNCA EXISTIU

Evolucionismo, você acredita? Acredita nesta ideia, nesta teoria? Façamos então uma pequena reflexão a respeito. Quem surgiu primeiro na evolução, o homem ou a mulher? A semente ou a planta já formada? O ovo ou a ave já desenvolvida? Se houve um Big Bang, quem deu início a ele? Como se formou esta quantidade enorme de água existente no planeta, e como ela se mantém estável? Qual força controla a temperatura da Terra, para que nenhuma planta se queime ou congele? A evolução não responde a estas questões, e a  muitas outras, mas vamos nos aprofundar neste raciocínio mais um pouco.

O Big Bang não aconteceu.

A teoria do Big Bang foi proposta inicialmente por Georges Lemaitre ( 1894-1966 ) baseando-se em cálculos da teoria da relatividade geral. Em 1929, o astrofísico americano Edwin Hubble já havia provado observacionalmente que as galáxias estavam todas se afastando uma das outras. Com a descoberta do bólson de Higgs, foi encontrada a última subpartícula que faltava para confirmar a descoberta de Lemaitre, intitulada como a “ partícula de Deus”.
Mas ainda faltava a confirmação científica deste grandioso acontecimento e deixar de ser uma teoria. O que acabou acontecendo recentemente com uma equipe de cientistas dos Estados Unidos com o telescópio BICEP 2 no Polo Sul, detectando as “ondas gravitacionais primordiais” geradas após a criação do Universo com o Big Bang. Esta descoberta foi anunciada pelo Centro Havard-Smithsonian de Astrofísica em Massachusetts nos EUA. Os cientistas agora sabem que não foi uma super explosão, mas uma super expansão de um átomo primordial infinitamente pequeno, quente e denso. O Big Bang não ocorreu.
 E como nada existia no início, somente a criação poderia ter dado a partida, o acionamento.
O cientista britânico Stephen Hawking já havia se pronunciado que a detecção das “ondas gravitacionais” é uma confirmação da expansão cósmica.
Agora que existe a prova de que o Universo foi criado, precisamos saber quem o criou. Assim somos levados ao livro dos livros que vem sendo escrito e repassado de geração em geração, iniciado por nossos progenitores, a Bíblia. Estes homens antigos que escreveram a milhares de anos atrás não poderiam saber que o início do Universo se faria com uma grande luz, e, no entanto, na Bíblia está escrito em Gênesis 3:1 “Faça-se a luz! E a luz foi feita “; este início é a palavra de Deus, nos dando assim a certeza de que o Deus que inspirou os escritos Bíblicos é o mesmo que criou o Universo, porque somente Ele poderia saber o que fazer para dar início a tudo o que existe.
No primeiro instante desta grande explosão expansiva uma enorme bola de luz se formou no abismo, no vazio. Este início com uma grande luz é aceita pela maioria dos cientistas. Conclui-se que o nome do único e verdadeiro Deus que tudo criou é YAHWEH (JAVÉ).
A ciência não conseguirá explicar como que de uma partícula um universo se formou, porque vai para um campo onde ela não tem conhecimento e não aceita, o sobrenatural. Na verdade são quatro acontecimentos sobrenaturais em sequência ocorridos nesta explosão gigantesca de luz inicial.
1-      O aparecimento da partícula - Como nada existia alguém a criou.
2-      A detonação - Detonação sugere uma ação, movimento, que alguém agiu para
“apertar o botão”.
3-      A expansão - Uma expansão surgir de uma ínfima partícula é sobrenatural, a forma ordenada distribuída em todo o Universo e a quantidade abismal expandida também é.
4-      O término da expansão - Como parou, sugere um freio proposital partindo de uma inteligência criadora, a mesma que a acionou.
O vazio é como se fosse uma tela em branco na frente de um artista, se o artista nada fizer nesta tela, ou se nem mesmo houver o artista, nada nela existirá, e assim ficará para sempre. Mas se ele (o artista) decidir criar algo ali, eis aí o início proporcionado por um criador, ou seja, do nada se chegar a tudo o que existe, sem um criador, é acreditar no impossível. Não se imagine  vindo do nada acreditando na teoria evolucionista. Não se rebaixe vindo do acaso sem o querer de Deus. Não seja um pedaço de carne ambulante e pensante sem propósito e sem sentido, achando que quando se morre, tudo acaba. Do nada algo surge ou começa a existir somente com a mão de Deus, caso contrário, seria uma escuridão perpétua.
Como tudo se iniciou?
É a hora da verdade, é a hora de admitir que a evolução nunca existiu. É a hora de unir a ciência e o sobrenatural, para que não continuemos no erro e consigamos avançar no conhecimento.
Não há duvida nenhuma de que Deus estava lá, no momento exato do início do universo. Quem apertou o “gatilho” e deu início a tudo foi Deus nosso Pai.
 Mas por que apertou o “gatilho”?
 Simplesmente porque Ele quis.

“Se a ciência não se apoia em Deus, torna-se erro, e não mais nos eleva, mas avilta. O saber não é corrupção, mas religião.” (O Evangelho como me foi revelado – Valtorta - Vol-4-Pag.94)


A Evolução que não evolui.

A teoria da evolução ou evolutiva  entende-se um processo constante, atuante e permanente, ou seja, evolui através de mutações sucessivas milhares de espécies e continua a gerar vida ininterruptamente e espontaneamente. Este é o fundamento desta teoria, que exclui um criador. Sendo assim, por que ainda hoje não aparece do nada mais seres humanos primitivos, mais novas espécies de animais e mais plantas? Parou de existir o processo evolutivo?  Não há justificativa, nem explicação para existir evolução por um tempo e depois deixar simplesmente de existir.  Deveria, portanto, estar ocorrendo o surgimento de vida espontaneamente, seja vegetal ou animal ainda hoje. Onde é que estão estas mutações tão defendidas pelos evolucionistas? Não se sabe de nenhuma vida iniciada por este processo, não existe comprovação científica dizendo que o código genético de um ser vivo inicial é o mesmo daquele em que se transformou, ou seja, se um girino se transformou em um quadrúpede ambos devem ter o mesmo código genético. Eles dizem que tudo aconteceu em bilhões de anos, os cientistas adoram justificar o injustificável através de tempos extremamente longos, falam em bilhões, trilhões de anos para responder ao que não sabem, e assim supõem teorias fictícias. Se aconteceu somente por um tempo não é evolução, é CRIAÇÃO;  não existe evolução por um período de tempo, ou ela existiu e existe até hoje ou deixa de ser um processo evolutivo. Algumas pessoas admitem erroneamente que a evolução atuou somente no princípio dos tempos criando tudo que existe e depois simplesmente parou de atuar, de evoluir, é uma incoerência, uma contradição absurda, é admitir a inexistência da própria evolução.

A falta de inteligência na teoria evolutiva impossibilita a criação.

 Outro raciocínio também fundamental para discordar com o evolucionismo é a falta de inteligência neste processo ocasional na geração de vida. A Evolução não é nenhum ser pensante ou uma entidade individual superior, é um simples acontecimento ocasional. Sendo assim ocorre involuntariamente sem preparação alguma, não possui início, meio e nem fim definido, simplesmente acontece de uma hora para a outra. E desta forma abrupta, irracional e grosseira é incapaz de criar ou gerar qualquer forma de vida, e também visto a complexidade de cada vida existente no planeta, a beleza que cada uma tem, e a atuação de uma força sobrenatural na manutenção destas vidas. Sem inteligência nada se cria, sem inteligência nada acontece, e não basta criar, tem que cuidar, através de uma manutenção inteligente e constante de tudo que existe.
Entre escolher ao ovo ou à galinha, os evolucionistas irão preferir considerar que a galinha surgiu primeiro, e tendo surgido, botou o ovo. Mas esperem um pouco! Como ela botou o ovo se não existia o galo? Se o galo demorar muito para surgir a galinha morre e os ovos não vêm, e se a evolução errar, ao invés de vir o macho da galinha pode vir o macho do elefante retirando qualquer possibilidade de procriação. Caso os evolucionistas escolham dizer que o galo é que surgiu primeiro, teria o mesmo final desastroso, sem procriação, porque a Evolução não pensa, não possui inteligência, depende da sorte. E estas palavras: sorte, ocasional, espontânea, fortuita, o universo, que é um ser vivo gigantesco, desconhece.
Para Deus foi muito mais fácil, Ele fez surgir a galinha e o galo juntos,  já adultos.
Um exemplo notório da inteligência agindo na preservação da vida, são as sementes que possuem um processo de perpetuação da espécie, com mecanismos criativos e inteligentes em sua preservação. Toda planta precisa de uma semente para germinar, crescer e depois dar o fruto com as sementes e assim perpetuar a espécie. Já viram a semente do Jequitibá? Elas ficam dentro de uma bolsa, que madura eclode e sendo como cunhas, ao caírem dos galhos penetram no solo para facilitar a fecundação. Outras ao eclodirem, por terem uma membrana finíssima em volta da semente, ao se soltarem com o vento, voam para bem longe, como se tivessem asas abertas. Outras do deserto, ao caírem no solo, por terem inúmeras hastes em forma de uma bola com a semente no meio, rolam com o vento e são distribuídas para terrenos mais distantes.
São sementes com um recurso funcional inteligente usado para perpetuar a espécie, dando maiores chances de fecundação, cada qual com seu próprio recurso criativo. Esta engenharia funcional de cada espécie de sementes, este algo a mais, é de uma criatividade insuperável e perfeita, suplantando em muito, eu diria inatingível, a capacidade de imaginação do homem, visto que são milhares de recursos inteligentes, um diferente do outro. Além de gerar vida, tem este requisito de auto defesa, sugerindo que um feitor inteligentíssimo a idealizou, que acrescentou uma sobrevida, um recurso a mais, vendo que era necessário para aquela espécie, e assim o fez. Um fator ocasional na evolução das espécies de sementes não poderia “pensar” em preservação, pois precisou de inteligência no feitio e na preservação das sementes.

Inteligência criativa só existe com um único possuidor.

Uma inteligência agindo e fazendo tudo acontecer sem um possuidor desta inteligência, sem um autor, sem Deus, como alguns evolucionistas defenderam, inclusive em alguns livros satânicos, dizendo que existe uma “energia” atuante, não é verdade. Pelo simples fato dela precisar para existir de uma intelectualidade, personalidade, de um provedor individual, se não for assim, eu pergunto: Onde estava esta inteligência imaginária defendida por alguns quando tudo se iniciou, quando nada existia a não ser o vazio? Se nada existia, ela também não existia, mas então quem deu início a tudo que existe? Eis aí o início proporcionado por uma inteligência individual de intangível perfeição e única que existia onde nada existia, e sabemos de sua existência porque o universo se formou. A única inteligência que existe é a mesma que criou o universo, não existe outra.

A procriação só é possível com a criação

Alguns cientistas acreditam que somos descendentes do primata humano, dos homens das cavernas, do Neandertal e outras bestas sugeridas por eles, surgidos do acaso. Pois muito bem, se somos mesmo descendentes destes seres humanos primitivos, nesta teoria ocasional eles explicam apenas um ser evolutivo por espécie, ou seja, no caso do homem a procriação depende da mulher, porém ela é um outro ser e precisa ter a sua evolução. O homem surgiu da evolução, ótimo, mas a mulher tem que surgir com a sua evolução no mesmo lugar, na mesma época e na mesma hora para viverem juntos, procriarem e preservarem a espécie. Se adotarem a ideia de que estes dois seres diferentes, o homem e a mulher evoluíram juntos, terão de admitir a criação e não a evolução. É simplesmente impossível ocorrer a evolução espontânea de macho e fêmea da mesma espécie ao mesmo tempo, porque esta teoria teria que contar com a sorte, uma vez que surge ocasionalmente, e considerando os milhões de anos em que poderia ocorrer,  reduz a possibilidade deste acontecimento a zero. Com os outros animais, aves e peixes,  ocorre a mesma coisa, estão supondo a evolução em pares e ao mesmo tempo, o que é um agravante severíssimo contra esta ideia, pois existem milhares de animais, a ocorrência com apenas um é inconcebível, imaginem com milhares, evoluindo todos, cada qual com seus pares e na mesma região para que possam se encontrar e acasalar, é uma coisa incabível , coisa de ficção científica. Só a criação resolve esta questão!
É óbvio que a existência e permanência de uma vida animal ainda hoje só é justificada  se no seu início macho e fêmea surgiram juntos, pois esta é a única condição da procriação e preservação de uma espécie ou de qualquer espécie. E a única hipótese de dois seres diferentes (macho e fêmea) surgirem ao mesmo tempo e lugar no planeta é com a criação.

As mutações não aconteceram

 Como as primeiras espécies de animais surgidas espontaneamente adquiriram vida? Como os olhos se abriram, o coração começou a bater e a respiração se iniciou? Uma coisa é surgir, outra é começar a viver. Não há explicação científica para isto, e nem haverá, somente um fator sobrenatural poderia dar vida a todo ser vivo, e teria que ser obrigatoriamente um Deus. Aqui para estas questões eu já ouvi dizerem que tudo aconteceu em trilhões de anos, com varias mutações, de uma célula para um girino, do girino para um anfíbio, do anfíbio para um animal quadrúpede e deste animal quadrúpede para os homens das cavernas até o homem moderno de hoje. É usado o tempo para explicar o surgimento e as mutações inconcebíveis e incompreensíveis. Já sabemos que é impossível haver mutações de um animal para outro animal diferente espontaneamente, nem mesmo em um trilhão de anos multiplicado por cem esta obscenidade ocorreria.
Onde estão as provas das aberrações ocorridas durante a translação entre as mutações?
De acordo com a teoria da evolução, durante a translação das mutações entre seres vivos, esta metamorfose genética  transforma-se em seres mutantes, não são nem uma coisa nem outra, são aberrações animalescas indefinidas, são monstruosidades genéticas que na imaginação dos evolucionistas existiram para justificar esta teoria.
Então somos todos mutantes, resultado de sucessivas mutações?
Já imaginaram quantas mutações cada ser vivo sofreu para chegar no que é hoje, e a quantidade de bestialidades que este processo evolutivo supostamente desenvolveu?  Não está  parecendo uma história de ficção científica, um mundo louco cheio de mutantes andando por todos os lados?

Não éramos nada e nunca seremos alguma coisa

A função deste processo evolutivo é sempre evoluir, portanto todos os animais existentes hoje não são mais do que uma mutação que sofrerá mutações e mais mutações no futuro e para sempre. O ser vivo nunca será um ser vivo específico, uma espécie.
Exemplo: O leão não foi um leão no passado e não será um leão no futuro.
Se admitirem que existe um fim no processo evolutivo, terão de admitir que no início de cada ser vivo, no seu DNA já estava definido o tipo de espécie que seria, e  neste caso não haveria necessidade de mutações, e nem de evolução.
Concluindo este raciocínio, a definição desta teoria evolucionista seria:
 Não éramos nada e nunca seremos alguma coisa.

As datações

 É através das datações de fósseis acima de 10.000 anos que está a força desta tese para descredenciar a criação. Portanto existe um mistério nas datações feitas pelos cientistas, alguma norma ou conceito de datação está sendo mal entendido na obtenção destas datações de fósseis sempre astronômicas.

A procedência Divina

Nós sabemos a  procedência das sementes atuais: são das árvores que as geraram; e destas também sabemos a procedência, que é da árvore anterior a ela e, assim, seguimos até chegar à primeira árvore de cada espécie surgida no planeta. Mas de onde vieram estas primeiras sementes que geraram as primeiras árvores? Dizer que as primeiras sementes surgiram da terra ou da água espontaneamente, é uma teoria insustentável por dois motivos:
·         1º - Porque se isto fosse verdade ainda hoje veríamos surgir novas sementes de espécies diferentes em todos os cantos da Terra, mas isto não ocorreu e não está ocorrendo. As espécies que existem hoje são as mesmas que já existiram.
·         2º - É a certeza de que somente as árvores já formadas podem produzir sementes.
Como as sementes precisam estar maduras para eclodirem e dar início a uma árvore,  pressupõe-se, por ser lógico e absolutamente imprescindível, que as primeiras sementes foram colocadas na terra, vieram de fora da Terra, chegaram prontas para o plantio.
Isto nos leva a deduzir visto a complexidade e engenhosidade desta explosão de vida que são as sementes, que um ser superior as criou e aqui na Terra as colocou, as distribuiu sobre a crosta terrestre, ficando excluída com este raciocínio qualquer possibilidade de ter existido evolução.

O Genoma é criação Divina

Quando eu estudava e ainda hoje é apresentada aos alunos uma atividade escolar descrevendo, através de uma sequência de desenhos, uma transformação, iniciando com o macaco e com 4 ou 5 modificações, supondo metamorfoses entre o macaco e o homem, onde  tentam explicar a nossa descendência do macaco. Ora, eu como desenhista que sou, poderia desenhar 4 ou 5 metamorfoses entre a mosca e o elefante, e assim “ provaria”  a descendência do elefante; ou desenharia 4 ou 5 metamorfoses entre a pulga e o camelo, “ provaria”, assim, a descendência do camelo através dos milhões de anos de evolução. São só desenhos, suposições, arrogâncias, interesses pessoais, mentiras e nada mais. Acreditar que um peixe deu origem aos primeiros quadrúpedes terrestres através da evolução, ou que de um macaco se originou o homem, ou qualquer outro tipo de ser vivo se transformando em outro ser vivo completamente diferente, não é ciência e sim ficção científica. Todo ser vivo foi criado único e será exatamente como foi criado até o fim de sua vida; assim como foram todas as suas gerações passadas e serão as futuras. Se nasce peixe, morre peixe; se nasce quadrúpede, morre quadrúpede; se nasce homem, morre homem; assim como foi o primeiro, será o último.
 O código genético  (Genoma) de cada espécie  não evolui para se transformar em outro código genético jamais, pois se trata de um código único e específico para cada tipo de ser vivo. Estamos falando de uma obra de arte, uma criação perfeitíssima, que define,  que personaliza e precisou de uma inteligência sobre humana para criá-la. Acham possível uma obra de arte tão perfeita como o “Definidor Universal de Espécies “ existir sem o querer de um Deus? A definição de Genoma pelos cientistas é: O Genoma é a soma de genes que define como vai se desenvolver e funcionar um ser vivo. O Genoma é transmitido de geração em geração e determina a espécie do ser vivo, no Genoma encontram-se gravadas características hereditárias encarregadas de dirigir o desenvolvimento biológico de cada indivíduo. Tendo uma definição tão clara como esta, deveriam ser os primeiros a defender a criação. Alguns cientistas seduzidos pelas ideias de Charles Darwin corroboram com a teoria evolutiva incrementando novas alegações para dar crédito as suas convicções ilusórias e fantasiosas admitindo até mutações nos genomas, mas se isto fosse verdade eles deixariam de ser o que são, um código genético, não conseguiríamos mais defini-los completamente porque sempre estaria faltando alguma parte onde supostamente estaria ocorrendo as mutações sucessivas através dos tempos, ele não poderia mais ser usado para resolver problemas de identificação em processos criminais ou judiciais de paternidade, ou de qualquer outra identificação de espécies diferentes de seres vivos.
 Cada animal nasce com o código genético herdado de seu pai e mãe, definindo-o da mesma espécie progenitora e igualmente os seus pais herdaram de seus avós e assim sucessivamente até chegar ao primeiro animal desta espécie (macho e fêmea) criados por Deus com o código genético específico para esta espécie. Quando se admite estas mutações através dos tempos, deve-se pensar primeiro se foi o macho ou a fêmea que sofreu tal transformação, imaginar que ocorreram ao mesmo tempo e ainda para se tornarem em mutações semelhantes é adivinhação, é chute, não é ciência. Os genomas desmentem por si só a ideia evolucionista, e a sua existência em todos os seres vivos é prova de que a criação Divina existiu, de que nunca houve qualquer tipo de mutação, ou transformação evolutiva entre seres vivos através dos tempos. Os genomas e Deus andam juntos, um é a cria, e o outro é o Criador.

O padrão identificando um único criador

Já observaram como a grande maioria dos animais tem um padrão construtivo, um padrão de feitio, demonstrando que todos vieram de uma mesma fonte criadora de um único artífice. E falo apenas do que é visível, externo.
Todos têm uma cabeça, um pescoço, um tronco com quatro membros, dois olhos, duas orelhas, um nariz e uma boca. Existe também um padrão na cabeça, os olhos sempre horizontais e na parte de cima da cabeça, o nariz ao meio, a boca sempre abaixo e as orelhas uma de cada lado da cabeça.
Todos os animais mamíferos seguem este padrão de criação. No homem, como andamos eretos,  precisamos apenas de dois membros de locomoção e os outros dois ficam livres para as mais diversas funções. As asas das aves não deixam de ser dois membros e o nariz, ou orifício de respiração está sempre acima do bico, mantendo a sequência padronizada da cabeça. Os peixes não têm os quatro membros de locomoção substituídos por barbatanas, mas têm o padrão de feitio da cabeça, além de alguns répteis e anfíbios.
Se observarmos, veremos que de fato houve uma preocupação em fazer os animais familiarizados, homogêneos nestes pontos, padronizados nestes quesitos, evidenciando um criador.
 Esta ordenação que mantém um padrão, nesta proporção gigantesca e diversificada de seres vivos no planeta Terra, só existe quando alguém  o faz, quando alguém  o quer, não existe outra hipótese.

O imaterial ajudando no ecossistema.
Este odor agradável das flores que nos faz tão bem, que nos acalma quanto mais intenso é, suavizando a alma e gerando uma sensação de leveza do corpo e espírito, é pura vida. Já sentiram o perfume da flor Dama da Noite? Sem o perfume que exalam as flores, sem esta química perfeita produzida por uma inteligência sobrenatural atuante na planta, ela perderia a atração de polinizadores e não haveria fecundação, e com isso grande parte das plantas não existiria, porque sem fecundação não há reprodução, além de dar início a uma cascata de   consequências. Deixaria de existir também os polinizadores porque já não se sentiriam atraídos pela planta sem o perfume, também os insetos, as abelhas, as borboletas, as aves, os répteis e os animais dependentes destas plantas. Vejam a importância do perfume das plantas para a continuidade da vida dos seres vivos. É um produto incorpóreo, uma virtude imaterial da planta responsável pela sobrevivência de seres vivos. Quem poderia pensar em algo assim, onde o imaterial providencia o sequenciamento do ecossistema para o sustento de muitos seres vivos? Acham que foi por acaso ou providencial?
São milhões e milhões de minúsculas gotículas voláteis surgindo nas pétalas, onde acontece o milagre da aromatização, e cada espécie com um aroma diferente, ocorrendo a todo instante em todo o planeta para contribuir com a geração de vida sempre abundante. O perfume das flores é vida, evidencia a existência de um Deus criador pela sua importância vital e fragrância sobrenatural. Um presente de Deus retirado do Paraíso e colocado na vida terrestre para que sempre lembremos  de onde viemos.

A beleza não surge ocasionalmente.
O que é bonito e agradável aos olhos, a beleza existente nas plantas, nas aves, nos animais, no planeta todo, que nos encanta tanto, como explicar tamanha riqueza? Imaginar que uma flor belíssima surgiu sem um criador, é mentir para si mesmo. Algumas flores se assemelham a passarinhos, outras a borboletas, outras a anjinhos, outras a sapatinhos, algumas são simétricas, outras com formas geométricas perfeitas, é muita criatividade, variedade e beleza para surgir ocasionalmente.
E também existem flores que tem um procedimento Divino, como, por  exemplo, o belíssimo girassol que vive olhando para o sol, desde o nascente até o poente, no dia seguinte vira-se novamente ao nascente e assim sucessivamente todos os dias, num acontecimento sobrenatural que só pode ser explicado como obra de Deus. É uma planta que se move sozinha, regida por um astro incandescente a milhões de quilômetros de distância.
Devemos salientar o fato de que a beleza  e tudo que é belo, não se faz por acaso, é necessário um artífice, um manuseio, um modelador inteligente para se chegar à beleza. Alguma coisa ocorrida por acaso ou por acidente, seria um borrão horrível e indecifrável. Nada que evolui espontaneamente fica bonito.
Exemplificando o que ocorre sem um criador, imagine um vulcão em constante erupção, toda lava incandescente expelida por ele desliza  montanha abaixo e no seu caminho vai deixando inúmeras formações rochosas, num processo ocasional e espontâneo, porém nenhuma destas formações  fica bonita, muito pelo contrário, ficam horríveis e disformes.
 Esta beleza toda que se vê em tudo que existe, agradando aos olhos e ao coração, nos fazendo sorrir, é o reconhecimento da alma existente em nós proveniente do mesmo criador, que em seu templo humano irradia contentamento e bem estar pela beleza mostrada, nos fazendo sentir felizes por dentro e por fora. No encontro destas duas obras de Deus, a alma e a beleza, sendo uma espiritual e outra visual e material, acontece um magnetismo, uma atração consensual e inevitável geradora de delícias imanadas ao portador da alma receptadora da visão. Quando se fala em beleza, imediatamente se pensa em um feitor, em um artista, em Deus.

A alimentação providencial
Outro raciocínio que também nos faz acreditar na criação é a providencial existência de alimentação para a sobrevivência de todos os animais do ecossistema terrestre. Quando surgiu o primeiro animal carnívoro já deveria estar existindo diversos animais para servirem de alimento a este animal carnívoro, e igualmente para estes que serviam de alimentação, já deveriam ter o seu alimento à disposição, e assim sucessivamente com todos os seres vivos. Faz nos pensar em uma sequência lógica na criação, para que todos os animais tivessem seus alimentos disponíveis, e uma manutenção providencial para a sobrevivência deles. É como se todo o ecossistema vivesse sob o fio da navalha, qualquer deslize ou descontrole faria grande parte de seres vivos desaparecer. O homem deve ser excluído desta sequência alimentícia porque ele não faz parte dela, é o único animal capaz de produzir seu alimento, seja animal ou vegetal,  sem interferir neste sistema de preservação, e também não faz parte da alimentação de nenhum outro animal.
Foi necessário também um limite, um controle de animais, pois o excesso, um descontrole populacional faria desaparecer seu alimento devido ao alto consumo e, consequentemente,  a sua extinção. Neste ponto chegamos na causa, nas muitas formas propositais feitas por Deus de limitar as espécies para a sobrevivência de todas. Está ligado não somente na quantidade de consumo alimentício de cada animal, mas também na quantidade das variedades de espécies, de crias por espécie e de tempo de vida de cada espécie. A inclusão ou exclusão de uma espécie mudaria o funcionamento de uma grande parte do conjunto alimentício.
Nada neste mundo e no Universo existe por acaso, tudo tem uma função, um propósito e se completam para a continuidade de todo o sistema relacionado à vida. O mundo dos microrganismos, dos insetos, das aves, dos répteis, dos vegetais e dos animais se entrelaçam, são dependentes uns dos outros e cada espécie existe porque as outras também existem conjuntamente.
Cada espécie de ser vivo precisa de uma certa espécie de ser vivo para se alimentar e assim se preservar, continuar sobrevivendo, sugerindo que deveriam surgir juntos, pois só assim teriam sustentabilidade. Esta complexidade na alimentação de cada um deles e sua imensa variedade sobreviveram até os dias de hoje e há pelo menos 8.000 anos desde o início da criação, demonstrando que todos os seres vivos foram criados a ”dedo”, escolhidos, selecionados, eles se completam e são dependentes uns dos outros. Dando a entender que não poderiam surgir aos poucos, e sim todos de uma só vez. Faz-nos pensar que todo ser vivo é proveniente de uma inteligência criadora simplesmente inatingível, pois foi necessário pensar no conjunto da obra e não simplesmente em criar por criar, sem uma diretriz, sem um selecionador.
A sobrevivência dos seres vivos não poderia esperar pela “ paciente” evolução com milhares de mutações em bilhões de anos, devido a esta urgência no surgimento da alimentação de cada um deles. Na Bíblia, onde só há verdades, está escrito que tudo foi feito em seis dias, corroborando com a conclusão do raciocínio acima.
Conclui-se que evolucionismo é uma obra de ficção científica, nunca existiu, é uma grande mentira tentando tirar de Deus a criação de tudo que existe, e é baseada em suposições, teorias sem comprovação científica, se sustentam em datações extremamente longas e duvidosas para tentar responder ao que não conseguem, induzindo a sociedade ao erro, ao esquecimento de Deus, e ao desmerecimento do Criador.
 A teoria da evolução será sempre uma simples teoria, um conto de fadas.

Jesus também se pronunciou a respeito da teoria da evolução, vejam o que ele disse: “ Vós inchais vossas mentes com os rios da vossa ciência, e falais de evolução, como para dardes um sinal da fossa formação espontânea. O homem animal ao evoluir-se, se tornará o super homem. Vós dizeis assim. Sim. Assim é. Mas a meu modo. No meu campo. Não no vosso. Não será passando da espécie dos quadrúpedes para os homens, mas sim passando-se da dos homens para a dos espíritos. E tanto mais crescerá o espírito, quanto mais evoluirdes.” ( de Jesus a Valtorta.).

Jesus, que é a segunda pessoa da Trindade, parte integrante de Deus, esteve presente no momento da criação do Universo e de tudo que existe na Terra. E nos diz como tudo foi feito. Ele disse:

“ Eis a página infinita sobre a qual as águas correntes vêm escrever a palavra “ Creio”. Pensai no caos do Universo, antes que o Criador quisesse ordenar os elementos e estabelecer entre eles a maravilhosa sociedade que deu aos homens a terra e tudo o que ela contém, e ao firmamento os astros e os planetas. Nada de tudo isto existia antes. Nem como um caos informe, nem como coisa já feita em ordem. E Deus a fez. Portanto, Ele fez primeiro os elementos. Pois eles são necessários, ainda que as vezes nos pareçam nocivos. Mas pensai bem e sempre. Não há nenhuma pequena gota de orvalho que não tenha a sua boa razão de ser. Não há inseto, por pequeno e molesto que seja, que não tenha a sua boa razão de ser. E assim também não existe montanha, por mais monstruosa que seja, vomitando de suas vísceras fogo e pedras incandescentes, que não tenha sua boa razão de ser. Não existe ciclone sem motivo. E não há passando das coisas para as pessoas, não há acontecimento, não há pranto, não há alegria, não há nascimento, não há morte, não há esterilidade ou maternidade fecunda, não há longo convívio nem rápida viuvez, não há desventuras de misérias e doenças, como também não há prosperidade de meios e de saúde que não tenha a sua boa razão de ser, ainda que assim não pareça à miopia e soberba do homem, que vê e julga com todas as cataratas e com todas as névoas que acompanham as coisas imperfeitas. Mas o Olho de Deus, mas o Pensamento sem limitações de Deus, vê e sabe. O segredo para se viver imunes dessas dúvidas estéreis, que nos põem nervosos e nos exaurem, que envenenam os nossos dias na Terra, está em saber crer que Deus tudo faz por amor e não na estulta intenção de atormentar por atormentar.
Deus havia criado os anjos. E uma parte deles por não terem querido acreditar que já estava bom o nível de glória em que Deus os havia colocado, se haviam rebelado e, com seus espíritos queimados pela falta de fé em seu Senhor, haviam tentado assaltar o trono inacessível de Deus. As harmoniosas razões dos anjos que tinham fé, eles haviam oposto a sua discordância, o pensamento injusto e pessimista, e esse pessimismo que é falta de fé, os tinha transformado de espíritos de luz, como haviam sido feitos em espíritos das trevas.
Vivam para sempre aqueles que no Céu como na terra, sabem fundamentar seus pensamentos em um pressuposto cheio de luz. Nunca se enganarão completamente, ainda que os fatos os estivessem desmentindo. Não se enganarão, pelo menos no que se refere aos seus espíritos, os quais continuarão a crer, e esperar, a amar acima de tudo a Deus e depois ao próximo, permanecendo por isso com Deus pelos séculos dos séculos.
O Paraíso já tinha libertado desses orgulhosos pessimistas, os quais viam como escuras até as mais luminosas obras de Deus, assim como na terra os pessimistas veem escuras até as ações mais sinceras e brilhantes do homem, ou por quererem viver separados em uma torre de marfim,  ou por se crerem os únicos perfeitos, eles se auto condenam a uma prisão escura, que termina nas trevas do reino inferior, o reino da negação. Porque o pessimismo é negação.
Deus, pois, fez o conjunto dos seres criados. E , como, para compreender o mistério glorioso de Nosso Ser Uno e Trino, é necessário saber crer e ver que, desde o princípio, o Verbo existia, e estava junto de Deus, unidos pelo Amor perfeitíssimo, que só podem expandir dois, que são Deus sendo Um, assim igualmente para se ver o conjunto dos seres criados como ele é, é necessário olhá-lo com os olhos da fé, porque no seu ser, assim como um filho traz em si o indelével reflexo do Pai, assim o conjunto dos seres criados tem em si o indelével reflexo do seu Criador. Veremos que também aqui no princípio foi o céu e a terra, depois foi a luz, comparável ao amor. Porque a luz é alegria, como o é também o amor. E a luz é a atmosfera do Paraíso. E o Ser incorpóreo que é Deus, é Luz, e é o Pai de toda luz intelectiva, afetiva, material, espiritual, assim no céu como na Terra.
No princípio foi o céu e a terra, e por eles foi dada a luz, e pela luz todas as coisas foram feitas. E como no Céu altíssimo foram separados os espíritos de luz dos espíritos das trevas, assim no conjunto dos seres criados, foram separadas as trevas da luz, e foram feitos o dia e a noite e o primeiro dia, conjunto de seres criados, foi com sua manhã e sua tarde, com seu meio dia e sua meia noite. E quando o sorriso de Deus, a luz, voltou depois da noite, eis que a mão de Deus, a sua poderosa vontade se estendeu sobre a Terra informe e vazia, se estendeu por sobre o céu, onde vagavam as águas, um dos elementos já libertados do caos, e quis que o firmamento separasse o vaguear desordenado das águas entre o céu e a terra, para houvesse um véu dos fulgores do paraíso, medida às águas superiores, para que sobre a agitação dos metais e dos átomos, não caíssem dilúvios sobre a Terra, arrancando e desregrando as coisas que Deus reunia.
A ordem estava estabelecida no céu. E a ordem se fez sobre a Terra, pela ordem que Deus deu as águas espalhadas pela terra. E o mar se fez. Ei-lo. Sobre ele como sobre o firmamento, está escrito: “ Deus existe”. Seja qual for a intelectualidade de um homem e a sua fé ou a sua falta de fé, diante desta página, na qual brilha uma partícula da infinitude que é Deus, na qual está testemunhado o seu poder, porque nenhum poder humano e nenhum assentamento natural de elementos podem repetir, nem mesmo na menor medida, um prodígio igual, o homem é obrigado a crer. A crer não só no poder, mas na bondade do Senhor, que por este mar dá alimento e estradas ao homem, dá sais salutíferos, dá moderação para o sol e espaço para os ventos, dá sementes a terra, uma distante da outra, dá vozes às tempestades, para que eles chamem de novo essa formiga, que é o homem em comparação com o infinito que é seu Pai, e dá-lhe meios para elevar-se contemplando mais altas visões, em mais altas esferas.
Três são as coisas que mais falam de Deus na criação que é todo testemunho dele: A luz, o firmamento e o mar.  A ordem astral e metereológica, reflexo da ordem Divina, a luz que só um Deus podia fazer, o mar, a potência que só Deus depois de tê-lo criado podia por dentro de firme limites, dando-lhe movimento e voz, sem que por isso como um turbulento elemento de desordem, ele cause prejuízo à terra que o suporta em sua superfície.” ( O Evangelho como me foi Revelado-Valtorta-Vol.4).

(Livro o Banquete da Verdade)

A paz de Jesus.


Antonio Carlos Calciolari.