Revelações particulares
feitas por Jesus Cristo à confidente colombiana Catalina Rivas, sobre os fatos
de Sua Paixão, Crucifixão e Morte na Cruz
Visto
que, com a publicação da exortação Amoris Laetitia de Bergoglio, que é o início
do fim do Sacrifício Perpétuo: a Eucaristia, devido a sutil permissão de consumi-la
mesmo estando em pecado, coloco abaixo mais uma mensagem de Jesus falando sobre
a Santa Eucaristia e o respeito que devemos ter com o que é sagrado. A Abolição
da Eucaristia profetizada começa com esta fatídica exortação maçon, engendrada
nas profundezas do Inferno. (Antonio)
JESUS INSTITUI
A EUCARISTIA
. . .O desejo de que as almas estejam limpas quando
Me recebem no Sacramento do amor, levou-Me a lavar os pés de Meus Apóstolos. Eu
o fiz também para representar o Sacramento da Penitência, no qual as almas que
tiveram a desgraça de cair no pecado podem lavar-se e recobrar a alvura
perdida.
. . . Ao lavar-lhes os pés, quis ensinar às almas
que tenham trabalhos apostólicos, a humilhar-se e a tratar com doçura aos
pecadores e a todas as almas que lhes estão confiadas.
. . . Cingi-Me com um pano para ensiná-los que,
para obter êxito com as almas, é preciso cingir-se com a mortificação e a
abnegação. Desejei que aprendam a caridade mútua e como devem lavar os erros
que observam no próximo, dissimulando-os e perdoando-os sempre, sem divulgar
jamais os defeitos alheios. A água que derramei sobre os pés de Meus Apóstolos
era o reflexo do zelo que consumia Meu Coração em desejos de salvação dos
homens.
. . .
Naquele momento era infinito o amor que sentia pelos homens e não quis
deixá-los órfãos... Para viver convosco até a consumação dos séculos e
demonstrar-vos Meu amor, quis ser vosso alento, vossa vida, vosso sustento,
vosso tudo! Então vi todas as almas que, no transcurso dos séculos, haveriam de
alimentar-se de Meu Corpo e de Meu Sangue e todos os efeitos divinos que este
alimento produziria em muitíssimas almas.
. . . Em muitas almas, esse Sangue Imaculado
engendraria a pureza e a virgindade. Em outras, acenderia a chama do amor e o
zelo. Muitos mártires de amor se agrupavam naquela hora diante de Meus olhos e
em Meu Coração! Quantas outras almas, depois de haver cometido muitos e graves
pecados, debilitadas pela força das paixões, viriam a Mim para renovar seu
vigor com o Pão dos fortes!
. . . Como quisera fazer conhecer os sentimentos de
Meu Coração a todas as almas. Quanto desejo de que saibam o amor que sentia por
elas quando, no Cenáculo, instituí a Eucaristia. Ninguém poderia penetrar os
sentimentos de Meu Coração naqueles momentos. Sentimentos de amor, de alegria,
de ternura... Mas, imensa foi também a amargura que invadiu Meu Coração.
. . . És por acaso um bom terreno para a construção
de um magnífico edifício? Sim e não... Sim, pelos dons que te tenho concedido
desde teu nascimento. Não, pelo uso que fizeste deles. Pensas que teu terreno é
adequado em proporção à estrutura do edifício que Eu levanto? Ah, és mesquinho!
Então Meus cálculos, apesar de todos os elementos contrários que existem em ti,
não falharão, porque é Minha arte escolher o que é pobre para o intento a que
Me proponho. Eu jamais Me engano porque uso arte e amor. Construo ativamente
sem que tu percebas. Teu próprio desejo de saber o que estou fazendo Me serve
para provar-te que nada podes e nada sabes sem que Eu o queira...
. . . É tempo de trabalhar, não Me peças nada porque
há alguém que pensa em ti.
. . . Quero dizer a Minhas almas a amargura, a
tremenda dor que enchia Meu Coração nessa noite. Se grande era Minha alegria de fazer-Me companheiro dos homens até o
fim dos séculos e Alimento divino das almas, e via quantas Me renderiam
homenagem de adoração, de amor, de reparação, não foi pouca a tristeza que Me
causou o contemplar todas aquelas almas que haveriam de abandonar-Me no
Sacrário e quantas duvidariam de Minha presença na Eucaristia.
. . . Em quantos corações manchados, sujos e
completamente destroçados pelo pecado Eu teria que entrar, e como Minha Carne e
Meu Sangue, profanados, converter-se-iam em motivo de condenação para muitas
almas! Tu não podes compreender o modo pelo qual contemplei todos os
sacrilégios, ultrajes e tremendas abominações que se cometeriam contra Mim...
As muitíssimas horas que iria passar sozinho nos Sacrários. Quantas longas
noites! Quantos homens desprezariam os amorosos chamados que lhes dirigiria!
. . . Por
amor às almas, permaneço prisioneiro na Eucaristia, para que em suas dores e
pesares vão consolar-se com o mais terno dos corações, com o melhor dos pais,
com o mais fiel amigo. Mas esse amor, que se consome pelo bem dos homens, não
será correspondido.
. . . Moro em meio aos pecadores para ser sua
salvação e sua vida, seu médico e seu remédio; e eles, em troca, em que pese a
sua natureza enferma, afastam-se de Mim, ultrajam-Me e Me desprezam.
. . . Filhos Meus, pobres pecadores! Não vos
afasteis de Mim, espero-vos dia e noite no Sacrário. Não repreenderei vossos
crimes. Não jogarei em vosso rosto os vossos pecados. O que farei será
lavar-vos com o Sangue de Minhas chagas. Não temais, vinde a Mim. Não sabeis
quanto vos amo!
. . . E vós, almas queridas, por que estais frias e
indiferentes ao Meu amor? Sei que precisais atender às necessidades de vossas
famílias, de vossas casas e do mundo que vos chama sem cessar. Mas não tereis
um momento para virdes dar-Me prova de vosso amor e gratidão? Não vos deixeis
levar por tantas preocupações inúteis e reservai um momento para vir visitar o
Prisioneiro do amor. Se vosso corpo está enfermo, não podeis encontrar uns
minutos para chamar o médico que deve curá-los? Vinde a quem pode devolver-vos
as forças e a saúde da alma... Dai uma esmola de amor a este Mendigo divino que
vos chama, que vos deseja e vos espera.
. . . Estas
palavras produzirão nas almas o efeito de uma grande realidade. Penetrarão nas
famílias, nas escolas, nas casas religiosas, nos hospitais, nas prisões, e
muitas almas se renderão ao Meu amor. As maiores dores Me vêm das Almas
Sacerdotais e Religiosas.
. . . No momento de instituir a Eucaristia, vi
todas as almas privilegiadas que se alimentariam com Meu Corpo e Meu Sangue, e
os efeitos produzidos nelas.
. . . Para algumas, Meu Corpo seria remédio para
sua debilidade; para outras, fogo que chegaria a consumir suas misérias,
inflamando-as com amor. Ah!... Essas almas reunidas diante de Mim, serão um
imenso jardim no qual cada planta produz uma flor diferente, mas todas me dão
prazer com seu perfume... Meu Corpo será o sol que as reanima. Aproximar-Me-ei
de umas para consolar-Me, de outras para ocultar-Me, em outras descansarei. Se
soubésseis, almas amadíssimas, como é fácil consolar, ocultar e descansar todo
um Deus!
. . . Este Deus que vos ama com amor infinito,
depois de livrá-los da escravidão do pecado, semeou em vós a graça incomparável
da vocação religiosa, trouxe-vos de modo misterioso ao jardim de vossas
delícias. Este Deus, Redentor vosso, fez-Se vosso Esposo. Ele mesmo vos alimenta com Seu Corpo puríssimo e com Seu Sangue sacia
vossa sede. Em Mim encontrareis o descanso e a felicidade.
. . . Ai, filhinha! Por que tantas almas, depois de
tê-las cumulado de bens e carícias, hão de ser motivo de tristeza para Meu
Coração? Não sou sempre o mesmo? Acaso mudei para vós?... Não! Eu não mudarei
jamais e, até o fim dos séculos, amar-vos-ei com predileção e com ternura.
. . . Sei que estais cheios de misérias, mas isto
não Me fará afastar de vós Meus olhares mais ternos e com ânsia vos estou esperando,
não somente para aliviar vossas misérias, como também para cumular-vos de Meus
benefícios.
. . . Se vos peço amor, não Me negueis; é muito
fácil amar Aquele que é o próprio Amor. Se vos peço algo custoso a vossa
natureza, dou-vos juntamente a graça e a força necessária para que sejais Meu
consolo. Deixai-Me entrar em vossas almas e, se não encontrais nelas nada que
seja digno de Mim, dizei-Me com humildade e confiança: "Senhor, bem vês os
frutos que produz esta árvore; vem e diz-me que devo fazer para que, a partir
de hoje, brotem os frutos que Tu desejas".
. . . Se a alma Me diz isto com verdadeiro desejo
de Me provar seu amor, responder-lhe-ei: __Alma querida, deixa que Eu mesmo
cultive teu amor...
. . . Sabes os frutos que obterás? A vitória sobre
teu caráter reparará ofensas, expiará faltas. Se não te perturbares ao receber
uma correção e a aceitares com alegria, conseguirás que as almas cegas pelo
orgulho se humilhem e peçam perdão.
. . . Isto é o que farei em tua alma se Me deixares
trabalhar livremente. Não florescerá logo o jardim, mas darás grande consolo a
Meu Coração...
. . . Tudo
isto Me passou diante dos olhos quando instituí a Eucaristia e me acendi no
anseio de alimentar as almas. Não ficaria na terra para viver com os seres
perfeitos, mas para sustentar os fracos e alimentar os pequenos... Eu os faria
crescer e robusteceria suas almas, descansaria em suas misérias e seus bons
desejos Me consolariam.
. . . Mas, entre Meus eleitos há algumas almas que
Me causam pena. Perseverarão todas?... Este é o grito de dor que escapa de Meu
Coração; este é o gemido que quero que ouçam as almas.
. . . O Amor eterno está buscando almas que digam
coisas novas sobre as antigas verdades já conhecidas. O Amor infinito quer
criar, no seio da humanidade, um tribunal, não de Justiça, mas de pura
Misericórdia. Por isso se multiplicam as mensagens no mundo. Quem as compreende
admira suas obras, aproveita-se delas, e faz com que os demais também se
aproveitem. Aquele que não entende, continua sendo escravo do espírito que
morre e condena.
. . . A estes últimos dirijo Minha Palavra de
condenação, porque turvam a Obra Divina e se convertem em cúmplices do maligno.
. . . Que astúcia produz pressão em suas mentes
pequenas quando condenam, encobrem, reprimem o que procede, não de míseras
criaturas, mas do Criador? Aos que tenho chamado pequenos, revelo Minha
sabedoria que, em troca, oculto aos soberbos.
. . . Alma, deixa que Me derrame em ti; sê como
válvula de Meu Coração, porque não falta quem comprima Meu Amor...
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