FICAI PERTO DA LUZ DAS MINHAS PALAVRAS
Ouvi:
Foi-vos
dito que Eu estou para deixar-vos. É verdade. Eu não o neguei. Mas, antes de
deixar-vos, dou-vos este mandamento: o de vigiar-vos sempre mais da Luz, para
podermos ver-nos. A minha palavra é Luz. Guardai-a em vós, e, quando à sua luz
descobrirdes manchas ou sombras, persegui-as, para expulsá-las dos vossos
corações. Aquilo que éreis antes que Eu vos conhecesse, não deveis sê-lo
mais... Antes, vós estáveis como que em um crepúsculo. Agora tendes a Luz em
vós.
Olhai
o céu pela manhã, quando a aurora o vem clareando, ele pode parecer estar
sereno, só porque não está todo coberto por nuvens de tempestade. Mas, à medida
que a luz vai aumentando, e o vivo clarão do sol se mostra do lado do oriente,
eis que nossos olhos, espantados vêem como se vão formando umas manchas rosadas
sobre o azul do céu. Que são elas? Oh! São umas leves nuvenzinhas, tão leves
que pareceriam estar lá só enquanto a luz era ainda incerta, mas que agora,
visto que o sol as atinge, aparecem como umas espumas ligeiras sobre o campo do
céu. E lá estão até que o sol as derreta e as anule, com seu grande fulgor.
Vós,
fazei assim com a vossa alma. Trazei-a sempre mais perto da luz, para
descobrirdes toda névoa, ainda que muito leve, e depois conservai-a sob o
grande Sol da Caridade, e a Caridade operará em vós contínuos prodígios.
Ide
agora, e sede bons...”
(de
Jesus à Valtorta, Vol 7, pg. 199)

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