PEDIR O PERDÃO PARA SI E PARA OS OUTROS, ATÉ O ÚLTIMO
INSTANTE DE NOSSAS VIDAS
Diz Jesus:
“De fato, saber calar-se é uma grande
virtude. Mas, fica sabendo que o prever mais ou menos exatamente o futuro de um
coração, não livra ninguém da obrigação de perseverar até o fim, trabalhando
para arrebatar da ruína um coração. Não caias tu também no fatalismo dos
fariseus que afirmar ter, que aquilo que o destino quer se há de cumprir, e
nada impede que se cumpra daquilo que o destino exige, e é com este raciocínio
que eles avaliam as suas culpas, e a avaliarão até o seu último ato de ódio
contra Mim. Muitas vezes Deus espera o sacrifício de um coração que supera suas
náuseas, seus desprezos e antipatias, mesmo as justificadas, para arrancar um
espírito do tremendal em que ele se está afundando. Sim, Eu vo-lo digo. Muitas
vezes o Onipotente, o Tudo, espera que uma criatura, um nada, faça ou não faça
um sacrifício, uma oração, para que Ele confirme, ou não, a condenação de um
espírito. Nunca é tarde, nunca é tarde demais, para tentar e esperar uma alma.
. E disso Eu vos darei algumas provas. Mesmo já estando no momento da morte,
quando tanto o pecador como o justo, que por ele se aflige, estão perto de
deixar a terra, para irem ao primeiro julgamento de Deus, pode-se ainda salvar
e ser salvos. Entre o corpo e os lábios, diz o provérbio, há sempre um lugar
para a morte. Eu, ao contrário, vos digo: entre a extrema agonia e a morte há
sempre tempo para se obter o perdão para si mesmos, ou por aqueles que queremos
ver perdoados.”
( de Jesus à Valtorta, Vol. 8, pg. 151)

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