“NO TERCEIRO DIA, UMA LUZ VINDA DOS CONFINS DO UNIVERSO, COMO UM METEORO, VAI DIRETO ATÉ O SEPULCRO, QUANDO UM ESTRONDO SACODE A TERRA, AFASTANDO A ENORME PEDRA QUE O SELAVA, E OS GUARDAS ROMANOS FICAM ATORDOADOS. A LUZ ENTÃO ENTRA NO CORPO INERTE DE JESUS, QUE EM SEGUIDA LEVANTA, TRANSPASSANDO OS PANOS DA MORTALHA COM SEU CORPO IMATERIAL FULGURANTE. RESSUSCITANDO DOS MORTOS COM UMA MATÉRIA INCORPÓREA DE INTENSA LUZ, CONHECIDA APENAS POR DEUS, DE UMA BELEZA INDESCRITÍVEL.”

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

PEDIR PERDÃO SEMPRE


PEDIR O PERDÃO PARA SI E PARA OS OUTROS, ATÉ O ÚLTIMO INSTANTE DE NOSSAS VIDAS

 Diz Jesus:

“De fato, saber calar-se é uma grande virtude. Mas, fica sabendo que o prever mais ou menos exatamente o futuro de um coração, não livra ninguém da obrigação de perseverar até o fim, trabalhando para arrebatar da ruína um coração. Não caias tu também no fatalismo dos fariseus que afirmar ter, que aquilo que o destino quer se há de cumprir, e nada impede que se cumpra daquilo que o destino exige, e é com este raciocínio que eles avaliam as suas culpas, e a avaliarão até o seu último ato de ódio contra Mim. Muitas vezes Deus espera o sacrifício de um coração que supera suas náuseas, seus desprezos e antipatias, mesmo as justificadas, para arrancar um espírito do tremendal em que ele se está afundando. Sim, Eu vo-lo digo. Muitas vezes o Onipotente, o Tudo, espera que uma criatura, um nada, faça ou não faça um sacrifício, uma oração, para que Ele confirme, ou não, a condenação de um espírito. Nunca é tarde, nunca é tarde demais, para tentar e esperar uma alma. . E disso Eu vos darei algumas provas. Mesmo já estando no momento da morte, quando tanto o pecador como o justo, que por ele se aflige, estão perto de deixar a terra, para irem ao primeiro julgamento de Deus, pode-se ainda salvar e ser salvos. Entre o corpo e os lábios, diz o provérbio, há sempre um lugar para a morte. Eu, ao contrário, vos digo: entre a extrema agonia e a morte há sempre tempo para se obter o perdão para si mesmos, ou por aqueles que queremos ver perdoados.”


( de Jesus à Valtorta, Vol. 8, pg. 151)

Sem comentários:

Enviar um comentário